
FUNDAÇÃO DA ERA BRANCA
A Era Branca é uma doutrina fundada em 1º de novembro de 2013, sob a orientação espiritual de Dom Ângelo. Seu propósito é a unificação de todas as religiões, integrando os ensinamentos espirituais do Oriente e do Ocidente e reconhecendo que todas as tradições são expressões de uma única verdade divina. A proposta afirma a convergência dos valores universais que sustentam a espiritualidade ao redor do mundo.
Esse caminho espiritual baseia-se na compreensão de que todas as vertentes compartilham princípios comuns, e que a unificação religiosa é a via para o equilíbrio, a consciência e o amor ao próximo. A Era Branca promove a convivência entre diferentes culturas religiosas, respeitando suas origens e reunindo seus ensinamentos em uma visão unificada do caminho espiritual humano.
Estruturada sobre os princípios do amor incondicional e da fraternidade, a filosofia atua na prevenção e no cuidado integral do ser humano, considerando os aspectos físico, emocional, mental e espiritual. Seu trabalho está voltado ao fortalecimento interior, ao autoconhecimento e à elevação da consciência por meio de práticas que favorecem a harmonia entre corpo e espírito.
Suas práticas utilizam a música, a meditação e o Tai Chi Chuan como ferramentas de harmonização, equilíbrio energético e fortalecimento espiritual. Esses métodos são aplicados como instrumentos de unificação vibracional, auxiliando na reorganização interior do indivíduo e na promoção de bem-estar, clareza e estabilidade espiritual.

O SÍMBOLO E SIGNIFICADO
O brasão da Era Branca — Ordem Esotérica Universal é uma representação profundamente simbólica, rica em significados que transcendem o plano material e evocam a conexão entre as dimensões espiritual e terrena.
No centro do brasão, encontra-se um círculo, símbolo da eternidade, da unidade e do ciclo infinito da vida e do espírito. Esse círculo representa o universo em sua totalidade, sem começo e sem fim, lembrando-nos da natureza cíclica da existência e da interconexão entre todas as coisas.
Sobreposto ao círculo, brilha a Estrela de Davi, o hexagrama místico que, em sua perfeita simetria, simboliza a união entre céu e terra, entre o espiritual e o material. A ponta superior da estrela aponta para os reinos celestiais, enquanto a inferior toca o mundo físico, simbolizando a perfeita harmonia e o equilíbrio entre o divino e o humano. Essa estrela é um poderoso lembrete da união do microcosmo com o macrocosmo, do homem com o universo e de nossa eterna busca pela ascensão espiritual.
No centro do brasão repousa um dos símbolos mais sagrados e enigmáticos: a Cruz com a Rosa Vermelha. A cruz, tradicionalmente associada ao sacrifício e à redenção. Aqui, ela se entrelaça com uma rosa vermelha, que floresce no centro de seu eixo. A rosa, em seu esplendor, simboliza o amor divino, a pureza da alma e a busca pela perfeição espiritual.
Juntas, a cruz e a rosa representam o caminho da iluminação espiritual por meio do amor e a alquimia necessária para transmutar o sofrimento em sabedoria.
Flanqueando os lados do círculo, dois ramos, simetricamente dispostos, erguem-se como se protegessem e embelezassem o emblema central. Esses ramos, de folhagem delicada e vibrante, representam a sabedoria e evocam a imagem da vida em crescimento, da força vital que permeia todos os seres. No entanto, os ramos não estão soltos; eles se unem em sua base pelo símbolo do Yin Yang, a poderosa representação da dualidade universal. O Yin Yang, com suas metades preta e branca que se entrelaçam, lembra-nos que todas as forças opostas do cosmos — luz e escuridão, masculino e feminino, ordem e caos — coexistem em harmonia. Esse símbolo é a essência do equilíbrio, da aceitação da dualidade como parte do todo e da compreensão de que, por meio desse equilíbrio, a sabedoria espiritual floresce.
Cada elemento do brasão da Era Branca é parte de um todo maior, uma síntese de símbolos esotéricos e espirituais que, juntos, narram a jornada do ser em busca de iluminação, cura e união com o divino.
O FUNDADOR
Wagner Fiengo é médium, escritor e fundador da doutrina espiritual Era Branca. Nascido em 1971, na Zona Leste de São Paulo, em uma família de tradição católica, teve sua mediunidade revelada ainda na infância, quando passou a frequentar o Centro Espírita Meimei e recebeu suas primeiras mensagens da espiritualidade.
Aos 20 anos, iniciou seus trabalhos mediúnicos no Centro Espírita Doze Apóstolos. Aos 33, sob a orientação do espírito de Dom Ângelo, se preparou para o início das cirurgias espirituais. Em 2008, fundou o Centro Espírita Irmã Luiza Abreu de Andrade, onde os atendimentos espirituais se consolidaram. Nesse período, foi destaque na revista IstoÉ, na reportagem “O Poder dos Médiuns”, e passou a participar de programas da Rádio Mundial.
A partir de 2010, durante os trabalhos espirituais, começou a canalizar composições musicais, integrando a música às práticas de cura. Esse processo culminou na fundação da Era Branca, em 2013, doutrina que une espiritualidade, medicina vibracional e consciência. Desde então, soma mais de cinco mil composições canalizadas.
Em 2015, sob orientação espiritual, iniciou um projeto terapêutico no Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) de Alfenas (MG), utilizando música e Tai Chi Chuan. No mesmo período, deu início às obras Tao Te Ching – O Retorno do Mestre Lao Tsé, Sabedoria – A Suprema Arte do Tempo e Dharma – O Sentido da Vida, hoje referências da doutrina Era Branca.
Em 2018, tornou-se escritor da Editora Madras e, posteriormente, fundou a Editora Era Branca. Atualmente, vive em São Paulo, dedicando-se à escrita de novas obras, à produção musical, às cirurgias espirituais e à realização da Missa dos Antepassados, celebrada mensalmente, voltada à harmonização espiritual por meio da música e da vibração coletiva.

Estúdio Musical
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Em 2010, movidos por um propósito espiritual e pela necessidade de dar forma material às inspirações musicais recebidas, iniciou-se a jornada de criação do estúdio da Era Branca. Participaram diretamente desse processo Marcos Seron, membro do Santuário; o médium e fundador da Era Branca, Wagner Fiengo; e o músico Edson Góes. Unidos por dedicação, sensibilidade e compromisso com a missão espiritual da casa, eles deram início à estruturação de um espaço que permitiria registrar e compartilhar a revelação musical proveniente da espiritualidade.
Como parte desse processo, Marcos Seron assumiu o compromisso de se aprofundar tecnicamente na área de gravação e produção musical. Durante anos dedicou-se aos estudos como técnico de estúdio, ao mesmo tempo em que, com esforço e perseverança, foi adquirindo gradualmente os equipamentos necessários para tornar esse projeto possível. No fundo da casa de seus pais começou a tomar forma o primeiro espaço de gravação, simples em sua estrutura, mas grandioso em seu propósito.
Foi nesse ambiente inicial que surgiram as primeiras produções musicais da casa. As cinquenta primeiras composições foram realizadas integralmente pela própria equipe, abrangendo todas as etapas do processo criativo. Cada canção representava a materialização de mensagens espirituais que encontravam na música um canal de expressão.
Assim, em junho de 2014, consolidou-se a realização desse sonho com a formalização do estúdio próprio da Era Branca. O que começou como um projeto nascido da fé, do estudo e da dedicação tornou-se um espaço permanente de criação e registro, permitindo que as composições inspiradas pela espiritualidade fossem preservadas e compartilhadas, levando sua mensagem de elevação, harmonia e consciência a todos que se conectam com essa obra.
Os Primeiros Álbuns










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