O Sagrado Feminino.


Por Luiz Fernando Reis

Médium, Terapeuta Holístico e Escritor.


O Sagrado Feminino é uma filosofia, um estilo de vida que promove ensinamentos sobre aspectos físicos e mentais da figura feminina. É a consciência dos ciclos femininos (como o da menstruação), da capacidade de criação e acolhimento (gestação) e da força da mulher. É a reconexão consigo mesma e a harmonização de tudo isso com a natureza.

É permitir que a mulher, e não só ela mas ambos os sexos, desperte em seu interior a energia feminina é um movimento de despertar, curar, conexão e empoderamento. É um mundo de mistérios e clareza.

O Sagrado Feminino é amor, e esse amor é ativo e passivo, dinâmico e receptivo, quietude e movimento, espiritual e material”. “Às vezes não existem palavras que estimulem a coragem.

A energia do feminino é cíclica, é uma energia acolhedora, representa o mundo interno e a conexão com o mundo espiritual. Está diretamente relacionada com a lua. As pessoas que menstruam, por exemplo tem seu ciclo conectado com o ciclo lunar.

Ao esperarmos respostas e soluções vindas do céu, esquecemos de olhar para baixo e ao redor, nos negligenciando das necessidades de nossa Mãe Terra e de todos os irmãos de criação.

E neste momento em que vivemos, resgatar o Sagrado Feminino é uma atitude de reverência e respeito com o meio em que vivemos e com as relações, e quando falamos de feminino, estamos falando da vida manifestada em sua matéria e originalidade.

O Sagrado Feminino evoca a concepção de que a Divindade está também na vida manifesta, na matéria, nos animais, nos ciclos da natureza, nos seres humanos e na sexualidade. O Sagrado Feminino é esse encontro de devoção para com a Vida.

É preciso entender também que o Sagrado Feminino está relacionado com as deusas antigas, que nos ajudam a mostrar todo o nosso poder, e como somos únicas à nossa maneira.

Existem diversas formas de praticar o Sagrado Feminino, uma delas é por meio dos “círculos de mulheres”, onde várias mulheres compartilham experiências e saberes através de vivências, músicas, danças, estudos e meditação, se conectando com a natureza e sentindo sua própria transformação.

Hoje com a correria do dia a dia e com toda tecnologia, nós mulheres acabamos perdendo essa conexão conosco. Queremos fazer tudo ao mesmo tempo e esquecemos um pouco de nós mesmas, deixando de lado o equilíbrio do nosso corpo e mente.

Precisamos nos reconectar para compreendermos melhor o nosso corpo e assim nos tornarmos mais fortes, nos aceitando por inteiras.


Namaste!


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