No dia 1º de novembro de 2013, o Mestre Wagner Fiengo fundou a Era Branca, iniciando um novo ciclo, repleto de mudanças. Surge então um inédito despertar, onde a união dos esforços de todas aquelas almas abnegadas que já estiveram um dia na Terra, agrega-se em comunhão e amor em torno de um objetivo comum, sinalizando e representando uma trajetória espiritual a ser trilhada, assim como uma filosofia de vida.

 

       A doutrina pode ser distinguida pela magia dos ensinamentos espirituais, convertidos em música, tornando-se um amparo gratuito e bendito, o qual desce dos céus e nos é ofertado em infinitas graças, priorizando a prevenção e a cura das feridas da alma. É um sentimento que nasce da união entre os povos, de suas crenças e distintas raças, é o marco inicial da Fraternidade Universal, onde o amor é sentido e descrito por meio das canções que falam direto ao coração, tocando e transmutando os mais profundos recônditos das almas por ela acessadas.

 

         O advento da globalização, onde ocorre naturalmente a interação e a integração entre os povos, fez surgir a necessidade da criação de uma Doutrina, onde o respeito pela diversidade contribuísse para o amplo acolhimento e o amor sem fronteiras, utilizando-se do intercâmbio de experiências, tecnologias e cultura.  Com uma visão profusa da necessidade dos homens no campo físico, onde os lenitivos para seus problemas nem sempre são encontrados na medicina tradicional, chega ao nosso alcance uma fonte inesgotável de luz, que faz elevar a todos a que ela buscar. Esta expansão da visão e compreensão da integralidade, nos permitiu o acesso à conexão entre os mesmos, respeitando e priorizando a pluralidade de conhecimentos e crenças. A Era Branca nasceu visando trazer a unificação espiritual no que tange aos ensinamentos previamente recebidos no Oriente e Ocidente.  

 

        Trata-se de uma continuidade do trabalho realizado pelo Mestre, Jesus Cristo, o qual foi um iniciado entre os essênios e os orientais. Ele já traduzia e nos ofertava seus ensinamentos em uma linguagem acessível, cristalina, transformadora, convertendo-se na grande ponte entre os dois continentes.

         O elemento chave é a música, considerada um fator primordial, transformador, presente na maior parte dos caminhos e expressões espirituais, tornando-se assim um denominador comum. Seja em formato de mantras, hinos ou louvores, ela cria um elo direto entre os homens e a Divindade. É o néctar que balsamiza as dores ocultas da alma humana, trazendo o conforto necessário e a restauração da ordem em todos os reinos.

         Baseando-se em sua pureza e forma, ela educa, nivela os homens e eleva seus corações, sendo fruto do amor e da inspiração Celeste.

 

       A Era Branca é um venturoso instrumento da Espiritualidade para a expressão da música, arte e cura, trazendo as novas escrituras atualizadas e adequadas a sociedade contemporânea.  Ela enfatiza a comunhão, os valiosos ensinamentos que foram eternizados através dos tempos, na essência das canções cujo conteúdo integra sabedoria. Ao transpor as barreiras, traz alento aos corações que a ouvem, encontrando a consonância perfeita, que iniciará a transformação deste ser. É identificada pelos seus símbolos, os quais representam as principais religiões praticadas pelo mundo, com seus códigos secretos que encerram em si sabedoria, disciplina, amor e aprendizado. Ela foi construída nos pilares perenes de sustentação, onde a afabilidade encontra-se acima de qualquer diferença, equalizando os sentimentos e elevando os corações.

Fundação da Era Branca