Tratado Elementar de Medicina Vibracional

Era Branca

 2015

TRATADO ELEMENTAR DE MEDICINA VIBRACIONAL

São Paulo – SP / BRASIL

Apresentação

 

Este projeto é uma pesquisa cientifica com a finalidade de detalhar e explicar o processo metafisico de cura através da música, a partir da compreensão de mecanismos quânticos universais, que fundamentam a Era Branca.

A Era Branca é uma revelação musical do plano espiritual com a finalidade de colaborar com a sanidade mental de seres humanos enclausurados na dor e no medo fornecendo-lhes esperança, amor e consciência; também busca conduzir seres humanos despertos para que possam prosseguir no plano da evolução adquirindo consciência do processo cármico da vida.

Aquele que se deparar com este material acrescentará significativa carga de conhecimento que irá ecoar no seu campo magnético vibracional proporcionando o despertar dos centros de força, iluminando a aura e fortalecendo a energia vital, o que a depender do nível de evolução espiritual deste, poderá leva-lo a melhor compreensão de sua ascensão nas hierarquias do universo. Outros poderão experimentar a aplicação dos mantras e canções, a exposição certamente lhes afetará e favorecerá.

Não há restrições para apreciação desta matéria universal, todos devem ter acesso a este conhecimento, ainda que sua compreensão dependa de signos, símbolos ou mitos para compreendê-los e promovê-los.

Iremos restringir esta pesquisa cientifica apenas na compreensão do corpo físico a partir das interferências do universo sobre ele, e da ação contrária. Não vamos tratar da medicina do corpo físico especifico, pois a humanidade evolui a longos passos nessa habilidade material. Aqui vamos nos deter ao conhecimento do âmbito imaterial, dos princípios herméticos ou cósmicos, do universo das vibrações, dos sons, dos tons, das cores, dos padrões, das frequências, das intensidades, das harmonias, das densidades, das ressonâncias, das condutividades, das polaridades, das energias, o que compreende a visão quântica e universal do mundo imaterial e absoluto.

Este projeto foi apreendido através de exaustiva compilação de informações resultantes de artigos, textos, livros, eventos científicos e históricos, e pesquisas de diversas áreas da ciência que foram revelados por muitos seres humanos que imbuídos de sua intuição e inspiração nos apresentaram tais conhecimentos, cada um em sua época própria.

Não há qualquer custo ou ônus para ter acesso a este projeto ou ao amparo de assistência no Santuário Santa Clara, saiba mais em: www.erabranca.org.br.

Namastê.

 

Objetivos

  • Explicar o que é Era Branca e qual o seu método de intervenção;
  • Apresentar os princípios, leis e conceitos nos quais se fundam a Era Branca;
  • Alinhar a evolução dos temas e sua relação com a música (o remédio);
  • Demonstrar o método de cura e sua sistemática quântica: medicina vibracional e música;
  • Desenvolver no leitor/ouvinte capacidade de visão cósmica (despertar dos chakras);
  • Promover o exercício do pensar por analogia para apreender consciência (produzir conhecimento);
  • Através da apresentação desta informação (poder/palavra + Cd´s) transmutar estados emotivos e psicológicos para alterar a frequência sensorial e promover aumento da energia vital* leitor/ouvinte (remédio, música e cura);
  • Corroborar as teses, textos, pesquisas e estudos dos diversos seres humanos, que ao longo de muitos anos construíram a fonte de informação deste projeto, através dos resultados qualitativos e quantitativos da Era Branca alcançados no Santuário Santa Clara, de cura através da música (acompanhamento do modelo de tratamento).

Por fim, demonstrar através do conhecimento científico produzido pela humanidade até os dias de hoje, em detrimento do resultado apresentado pela Era Branca, que os princípios universais que regem o cosmos estão em cada um de nós, comprovando os fenômenos da Lei quântica universal e a essência de Deus (o amor).

E para isso, todas as questões abordadas metodologicamente tentaram ser respondidas por escrito neste projeto para que possam reconhecer na proposta apresentada o cunho de pesquisa e conhecimento cientifico “puro”, aquele que desceu para nos aliviar da dor e enraizar o amor.

 

O que podemos chamar de conhecimento científico (puro ou real)?

É aquele, segundo grandes doutrinadores da metodologia de pesquisa científica, que lida com ocorrências ou fatos, isto é, com toda forma de existência que se manifesta de algum modo e suas proposições ou hipóteses têm sua veracidade ou falsidade conhecida por meio da experimentação e não apenas da razão; no qual o saber ordenado logicamente forma um sistema de idéias, [teoria] e não conhecimentos dispersos e desconexos; em que suas hipóteses são verificadas através da observação e experimentação para comprovação ou refutação; apresentando-se como um sistema falível de verdades não definitivas e/ou absolutas; mas aproximadamente exato, pois novas proposições e desenvolvimento de técnicas podem reformular o acervo da teoria existente.

Para ser determinado como conhecimento científico é necessário ter objetividade (descrever a realidade independentemente dos caprichos do pesquisador); racionalidade (obtém seus resultados através da razão e não impressões do pesquisador); sistematicidade (preocupa-se em construir sistemas de idéias organizadas racionalmente e em incluir os conhecimentos parciais em totalidades cada vez mais amplas); generalidade (busca elaborar ou fundamentar leis ou normas gerais, que explicam todos os fenômenos de certo tipo); verificabilidade (possibilita sempre demonstrar a veracidade das informações); falibilidade (ao contrário de outros sistemas de conhecimento, reconhece sua própria capacidade de errar).

Os diferentes objetos que se manifestam no universo e a necessidade humana de entendê-los ocasionaram o desenvolvimento das ciências. Para estudar esses fenômenos, os homens utilizaram inúmeros sistemas classificatórios, baseados em critérios distintos: complexidade, conteúdo, diferenças de enunciados e metodologia empregada. Augusto Comte, no século XIX (1798-1857), apresentou uma classificação das ciências baseando-se no grau de complexidade, das mais abstratas para as complexas: Matemática, Astronomia, Física, Química, Biologia, Sociologia e Moral. Vejamos o quadro abaixo:

 

CONHECIMENTO POPULAR

CONHECIMENTO CIENTÍFICO

CONHECIMENTO RELIGIOSO

CONHECIMENTO FILOSÓFICO

Valorativo
contingente
valorativo
Valorativo
Reflexivo
sistemático
inspiracional
não verificável
Assistemático
verificabilidade
infalível
racional
Verificável
falível
sistemático
Sistemático
falível e inexato
aproximadamente exato
não verificável
infalível e exato

piramide

 

Leis Universais que regem a medicina vibracional e a Era Branca

 

Estas são as 7 LEIS UNIVERSAIS, ou LEIS DIVINAS, estudadas na ATLÂNTIDA, mas que são essenciais à evolução do ser humano em qualquer época; em qualquer civilização ou em qualquer país. A Era Branca está estabelecida e fundamentada nestas Leis.

São as Leis que regem o comportamento do Universo, e foram representadas numa pirâmide, em cuja base está a Lei da Natureza e em cujo ápice está a soberana Lei do Amor.

AMOR – Amor é o princípio e o fim do Universo.  A vida é uma sucessão de experiências para permitir ao homem compreender que o Universo sucede por amor. Quando a consciência do homem se libera da necessidade de experimentações na vida, volta a Deus. Com essa compreensão, o ser vibra cada vez mais rápido e retorna à sua essência. O ser humano deve entender que a existência é um processo evolutivo, na qual ele precisa aprender a desenvolver o Amor, que é o fundamento principal da criação e da criatura, através dos sentimentos de gratidão, perdão, tolerância e respeito, para atingir a paz e a felicidade.

MANIFESTAÇÃO – Permite que a unidade indiferenciada e homogênea apresente a criação por ressonância de si mesmo, que vai manifestar as duas forças fundamentais, dando lugar ao heterogêneo como a vibração e a densidade, que definem o equilíbrio temporal. Esta lei regula como a mente do Todo manifesta por ressonância espíritos semelhantes a si mesmo, possibilitando perceberem, em sua própria mente, a essência do Universo. Esses espíritos vibram cada vez mais lentamente até se densificarem na matéria em uma viagem evolutiva através de experiências na vida que lhes permita compreender as leis universais.

POLARIDADE – Regula a maneira como duas forças fundamentais do Universo se equilibram, temporariamente, para que a criação se manifeste. Assim como o masculino e o feminino se unem para criar uma nova vida. Existem as forças magnética e gravitacional, que são duas forças opostas e complementares que se atraem e assim são criados os átomos e toda a matéria. Graças às diferentes polaridades, existe o movimento, o tempo e o volume, que permitem ao homem um cenário de experimentação sensorial e mental para compreender o Universo.

EVOLUÇÃO – Determina a ordem e a razão dos processos que a consciência deve vivenciar para evoluir. Esta lei faz a confrontação de conceitos, crenças, costumes, culturas, sentimentos e emoções para que os seres humanos encontrem o equilíbrio, que só conseguem quando reconhecem as mesmas leis que violaram. As circunstâncias difíceis por que passam os indivíduos fazem parte do seu destino, pois toda situação tem um propósito de aprendizagem para seguir a Lei da Evolução. Cada ser passa pelas experiências necessárias para evoluir sempre e entender as leis universais.

CORRESPONDÊNCIA – Estabelece onde, como e quando uma determinada experiência deve ser vivida, como o local de nascimento e as condições sócio-culturais necessárias para produzir as experiências de aprendizagem do indivíduo que vai encarnar, bem como a família em que vai nascer, a qual deve ser similar ao seu próprio nível espiritual. Orienta as experiências que cada ser humano deve vivenciar, pois cada um encontra-se em diferentes níveis de evolução espiritual, dependendo do número de vidas, desde a sua emanação de Deus até a compreensão adquirida. As experiências são cada vez mais complexas e assim vai subindo na hierarquia do Universo até voltar para Deus. Cria circunstâncias para que ocorra determinado evento, pois a casualidade não existe. Todos os seres estão na escola da vida e tudo acontece por amor.

HARMONIA – Regula o equilíbrio, os ciclos e os ritmos que permitem o desenvolvimento simultâneo dos diferentes tipos de vida, permitindo a relação equilibrada entre todas as espécies. As espécies predadoras, por exemplo, só matam para sobreviver, mas nunca por prazer. No caso do homem, a harmonia é conseguida com calma e consciência ao longo da vida. A harmonia também se codifica na memória psicológica como resultado dos diferentes eventos que produzem sentimentos de aceitação ou de rejeição, de prazer ou de trauma. Esses conceitos e lembranças permitem que o homem possa estabelecer uma relação de equilíbrio entre dar e receber, que vai produzir prazer e harmonia. Esta lei regula os ciclos e ritmos de tudo o que existe para consentir que toda diversidade do Universo conviva simultaneamente para o seu progresso. Observa quando a consciência está suficientemente madura para que o ser possa subir de um nível a outro.

NATUREZA – Ela age sobre os corpos físicos de todos os seres vivos na densidade da matéria, onde se encontram as mais baixas vibrações do Universo. A Lei da Natureza é uma programação automática de origem divina, contida nos códigos genéticos de cada espécie, chamada de instinto, que não necessita da consciência do ser para existir. Sua principal função é gerar, manter e defender a vida, controlando todos os processos vitais. Cada ser tem seu próprio nível de consciência que é experienciada em um corpo material, através do processo evolutivo para atingir a perfeição e a sabedoria, depois de muitas reencarnações. Com essa lei, o Criador desenha a diversidade do Universo para que a consciência humana evolua. Homens diferentes com níveis de consciência diferentes se comportam de maneira diversa, permitindo as relações de aprendizagem. Codifica o DNA de todos os seres vivos com a estrutura dos corpos físicos e as condutas instintivas de cada espécie para propiciar sua multiplicação e sentido de defesa.

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Princípios cósmicos que regem a medicina vibracional e a Era Branca

Os princípios universais ou cósmicos consistem, de forma sincrética, no estudo e prática da evolução e expansão da consciência humana até à Consciência divina, penetrando assim no mais profundo dos mistérios da Criação, o que ficou conhecido como iniciaçãoiluminação ou senda no Oriente.

Como a origem destes conhecimentos datam de alguns milhares de anos, ficaram assim conhecidos em detrimento da revelação feita por “Imhotep”. Ele viveu no Egito e concebeu tais princípios, foi batizado pelos Gregos de Hermes e Hermes Trismegisto, o que originou o termo hermético, assim, é natural que durante tão longo tempo hajam ocorrido grandes transformações, tanto no que diz respeito aspectos organizacionais quando no contexto dos próprios ensinos.

Dito isso, desses conceitos resultou um grande número de organizações no passado assim como no presente, intituladas de “Ordem Hermética”. Os conhecimentos e a estruturação de algumas são oriundos das Escolas de Mistérios do Antigo Egito. Naturalmente o termo “Ordem” só apareceu depois da decadência do Egito, quando grupos de estudiosos deram nomes às organizações que transmitiam os conhecimentos deixados por Thoth ou Hermes nomes atribuídos a Imhotep.

Sempre existiram muitas organizações que se intitularam de Sociedade, ou de Ordem Hermética, e também na atualidade. Muitas trazem ensinamentos autênticos, embora algumas atribuam o nome “hermético” a conceitos de grupos ou meras fantasias.

Ordens herméticas que ficaram consagradas ao longo dos séculos foram a Ordem dos Cavaleiros Templários, a Maçonaria e a Ordem Rosa cruz. A Ordem Hermética da Aurora Dourada é uma ordem nova comparada com as anteriores, ela surgiu na década de 1880. No Brasil temos a Ordem dos Advogados do Brasil e a Ordem dos Músicos do Brasil, como alguns exemplos.

São sete as principais leis universais ou princípios herméticos, estas se baseiam nos princípios incluídos no livro “O Caibalion” que reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas. A palavra Caibalion seria um derivado grego da mesma raiz da palavra Cabala, que em hebraico significa “recepção”.

Nos primeiros tempos existiu uma compilação de certas Doutrinas básicas do Hermetismo, transmitida de mestre a discípulo, a qual era conhecida sob o nome de “Caibalion”. A palavra “Caibalion”, na linguagem secreta significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima.

Esta palavra tem a mesma raiz que a palavra Cabala, vida ou entre manifestado, com o acréscimo do “íon” ou “eon” dos gnósticos. Este ensinamento é, contudo, conhecido por vários homens a quem foi transmitido dos lábios aos ouvidos, desde muitos séculos.

Estes preceitos nunca foram escritos ou impressos até chegarem ao nosso conhecimento, sendo uma coleção de máximas, preceitos e axiomas, não inteligíveis aos profanos, mas que eram prontamente entendidos pelos estudantes de esoterismo ou ocultismo.

Do velho Egito saíram os preceitos fundamentais esotéricos e ocultos que tão fortemente tem influenciado as filosofias de todas as raças, nações e povos, por vários milhares de anos. O Egito, a terra das pirâmides e da esfinge, foi à pátria da sabedoria secreta e dos ensinamentos místicos. Todas as nações receberam dele a doutrina secreta.

No antigo Egito viveram os grandes adeptos e mestres que nunca mais foram superados, e raras vezes foram igualados, nos séculos que se passaram desde o tempo do grande “Imhotep”, Hermes ou Toth, que entre os Grandes Mestres do antigo Egito era conhecido como o “Mestre dos Mestres”, que foi o pai da Ciência Oculta, o fundador da Astrologia e o descobridor da Alquimia. Supõe-se que ele viveu pelo ano 2.700 a.C., quando o Egito já estava sob o domínio dos Reis Pastores. Em todos os países antigos, o nome de Hermes Trismegisto foi reverenciado, sendo esse nome considerado como sinônimo de “Fonte de Sabedoria”. Ele buscou com seus conhecimentos intuídos por Deus criar mecanismos quânticos para acelerar o processo de aperfeiçoamento espiritual, através da expansão da percepção sensorial de seus discípulos que eram preparados para ativar e controlar seu campo vibratório, aumentando sua energia vital, ao ponto capaz de ativar e expandir seus chakras alterando os estados de consciência adquirindo o acesso ao mundo imaterial permitindo a evolução de toda a humanidade de forma mais acelerada, através do exercício da consciência do conhecimento universal. As pirâmides (enquanto máquinas quânticas) foram exemplos destes mecanismos aplicados.

Os Princípios da Verdade são Sete, aquele que os conhece perfeitamente possui a Chave Mágica com a qual todas as Leis e Portas do Todo podem ser abertas completamente.

1. O Princípio do Mentalismo

O Todo é Mente; o Universo é Mental.

Este princípio contém a verdade que Tudo é Mente, estabelecendo a natureza mental do Universo. Explica que o Todo é o Espírito, é Incognoscível e Indefinível em si mesmo, mas pode ser considerado como uma mente vivente infinita e universal. O Todo é a realidade substancial que se oculta em todas as manifestações e aparências que conhecemos sob o nome de universo material, fenômenos da vida, matéria, energia, numa palavra, sob tudo o que tem aparência aos nossos sentidos materiais.

Este princípio nos ensina também que todo o mundo fenomenal ou universo é simplesmente uma criação mental do Todo, sujeita às Leis das coisas criadas, e que o universo, como um todo, em suas partes ou unidades, tem sua existência na mente do Todo, em cuja mente vivemos, movemos e temos a nossa existência.

Os cabalistas comparam o espírito ao éter que se acha dentro de um vidro. Enquanto o vidro estiver tapado, estará cheio de éter, mas desde que a rolha saia, o éter começará a sair também. O vidro sendo comparado ao corpo físico, a rolha ao astral e o éter ao espírito, o astral é que prende o espírito ao físico e assim como todo o éter não sai repentinamente do vidro, assim também a morte não se produz repentinamente. A matéria não é mais que a força mental coagulada. Para exprimir isto, os cabalistas comparam o espírito a um pedaço de estanho que, em contato com o calor, a luz divina, se derrete, se sutiliza e purifica; porém, estando afastado desse calor, endurece, condensa-se e cai na matéria.

2. O Princípio da Correspondência

O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima.

Este princípio contém a verdade que existe uma correspondência entre as leis e os fenômenos dos diversos planos da existência e da Vida. A compreensão deste princípio dá os meios de explicar muitos paradoxos obscuros e segredos da natureza, por meio dos quais o homem pode ver além dos obstáculos, que encobrem o desconhecido.

Do mesmo modo que o conhecimento dos princípios da geometria habilita o homem, enquanto estiver no seu observatório, a medir sóis longínquos, assim também o conhecimento do princípio da correspondência habilita-o a raciocinar inteligentemente do conhecido ao desconhecido. Estudando a mônada, ele chega a compreender o arcanjo.

 

3. O Princípio da Vibração

Nada está parado; tudo se move; tudo vibra.

Este princípio encerra a verdade que tudo está em movimento, tudo vibra, nada está parado; fato que a ciência moderna observa, e que cada nova descoberta científica tende a confirmar. Explica que as diferenças entre as diversas manifestações de matéria, energia, mente e espírito, resultam das ordens variáveis de vibração e frequência, e a música atua nesse campo.

Desde o Todo, que é puro espírito, até a forma mais grosseira da matéria, tudo está em vibração; quanto mais elevada for à vibração, tanto mais elevada será a posição na escala. A vibração do espírito é de uma intensidade e rapidez tão infinitas que praticamente ele está parado, como uma roda que se move muito rapidamente parece estar parada. Na extremidade inferior da escala estão as grosseiras formas da matéria, cujas vibrações são tão vagarosas que parecem estar paradas.

Desde o corpúsculo e o elétron, desde o átomo e a molécula, até os mundos e universos, tudo está em movimento vibratório. Isto é verdade nos planos da energia e da força, que também variam em graus de vibração, assim como nos planos mentais, cujos estados dependem das vibrações, e também nos planos espirituais.

 

4. O Princípio da Polaridade

Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau; os extremos se tocam; todas as verdades são meias-verdades; todos os paradoxos podem ser reconciliados.

Este princípio explica os velhos paradoxos, que deixaram muitos homens perplexos, e que foram estabelecidos assim: a tese e a antítese são idênticas em natureza, mas diferentes em grau; os opostos são a mesma coisa, divergindo somente em graus; os pares de opostos podem ser reconciliados; os extremos se tocam; tudo existe e não existe ao mesmo tempo; há dois lados em tudo, etc. Este princípio explica que em tudo há aspectos opostos, e que os opostos são simplesmente os dois extremos da mesma coisa, consistindo a diferença em variação de graus. O calor e o frio, por exemplo, ainda que sejam opostos, são a mesma coisa, e a diferença que há entre eles consiste somente na variação de graus; no termômetro não podemos descobrir onde termina o calor e começa o frio.

 

5. O Principio do Ritmo

“Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação.”

Este princípio contém a verdade que em tudo se manifesta um movimento para diante e para trás, um movimento de atração e repulsão, um movimento semelhante ao do pêndulo, uma maré enchente e uma maré vazante. Existe sempre uma ação e uma reação, uma marcha e uma retirada, uma subida e uma descida. Isto acontece nas coisas do universo, nos sóis, nos mundos, nos homens, nos animais, na mente, na energia e na matéria. Esta lei se manifesta na criação e destruição dos mundos, na elevação e na queda das nações, na vida de todas as coisas e nos estados mentais do homem.

 

6. O Principio de Causa e Efeito

“Toda a Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida; há muitos planos de causalidade, porém nada escapa à Lei.”

Este princípio contém a verdade que há uma Causa para todo o Efeito e um efeito para toda a causa. Explica que: tudo acontece de acordo com a Lei, nada acontece sem razão, não há coisa que seja casual; que existem vários planos de Causa e Efeito, os planos superiores dominando os planos inferiores, nada podendo escapar da Lei.

 

7. O Principio do Gênero

“O Gênero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero se manifesta em todos os planos.”

Este princípio encerra a verdade que o gênero é manifestado em tudo, não só no plano físico, mas também nos planos mental e espiritual. No plano físico este princípio se manifesta como sexo, sendo que nos demais planos toma formas superiores. Nenhuma criação física, mental ou espiritual, é possível sem este principio; ele opera sempre na direção da geração no plano físico, da regeneração no plano mental e da criação no plano espiritual.

 

A razão do 7 padrão fundamental: arquétipo primordial

 O deslocamento do centro da esfera para suas laterais, criam a “vesica pisicis”, unidade perfeita, esse deslocamento efetuado por 7 vezes dá forma a flôr da vida primordial. Daí entende-se a propriedade divina que habita o sete.

São 7 dimensões de consciência, 7 leis (princípios) cósmicos, 7 cores espectrais na escala cromática, 7 esferas primordiais que formam a flôr da vida, 7 dias da criação do mundo, 7 sistemas de glândulas endócrinas, 7 centros de força (chakras) fundamentais, 7 capas de músculos que abrigam o coração, 7 notas musicais e 7 arquétipos primordiais.

Tudo no universo segue um arquétipo geométrico que revela a natureza de cada forma, somos produto deste padrão e fazemos parte do universo, onde tudo esta interligado, o cosmo respira dentro de nós através da intuição e inspiração, emoções divinas, compreendendo isso, se revela as bases secretas do universo e regras sagradas da criação.

Este padrão geométrico de formas contém as cores, as harmonias musicais, as escalas de luz, a expressão das palavras e dos números vibrando as frequências celestiais com polaridades, intensidades, condutividade e ressonâncias que produzem energia quântica constituindo o campo eletromagnético do ser humano.

Assim, se penetra a frequência e vibração divina das correntes universais do amor, quem vive no medo, na ignorância da consciência não é capaz de perceber luz ou amor.

 

O sete e sua relação com o cosmo: 7 planetas, 7 processos vitais, 7 chakras e os 7 intervalos musicais

 O poder do sete já foi demonstrado acima, porém agora vamos relaciona-lo ao universo das energias (planetas), vibrações, frequências e da música. Dito isso, seguindo a ordem do processo no sentido encarnatório, partindo de saturno e seguindo respectivamente, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua, vamos procurar estabelecer relações em torno da numerologia do SETE e seus arquétipos, e estudos da relação com os sete processos vitais e os sete chakras criando uma rede de relações com a música.

Como fazer essa experiência? Exemplo, na segunda feira, que é regida pela lua, dedicamos uma atenção maior ao movimento correspondente e podemos passar o dia meditando em torno do movimento. Concomitantemente, faça alguns estudos e relações com os sete chacras e os sete processos vitais. Ao findar essas relações, busque relacionar-se com os intervalos musicais. É importante salientar que no micro há relações de um mesmo processo vital com mais de um arquétipo planetário ou com mais de um chakra, mas foque em perceber no macro as relações realmente relevantes entre um arquétipo e outro. Os movimentos devem ser feitos em jejum, sendo colocados como primeira atividade do dia.

Como recurso didático, usemos o termo “estado de consciência” para determinar cada patamar numerológico tratado durante o caminho do SETE, sendo que cada estado engloba a associação de um planeta, um processo vital, um chakra e um intervalo musical.

 

Estado de consciência 01

Saturno foi o primeiro movimento. Com o corpo ereto, palma de uma mão sobre as costas da outra, os braços fazem um movimento semicircular partindo do topo da cabeça até a região abdominal criando uma cúpula oculta. Os movimentos acontecem de cima pra baixo e de baixo pra cima, repetindo-se algumas vezes para que possamos penetrar no estado anímico oriundo do arquétipo planetário. De acordo com as percepções que vão surgindo, é possível perceber um estado anímico em que a cúpula oculta abarca uma multiplicidade de informações sem emancipação alguma. Contém todas as informações e tudo se movimenta ali dentro sem seleção ou prioridade. Este planeta foi relacionado ao 1º processo vital, o processo da respiração. Quando estamos começando a fazer a transição das profundezas do sono para a sensorialidade do estar acordado, começamos inspirando o ar profundamente. Pouco a pouco começamos a ouvir cada sonzinho sutil e vamos aprofundando nossas percepções auditivas. Sentimos a cama tocando nossa pele, a temperatura do dia e, nossos olhos lentamente vão se abrindo e percebendo a luminosidade do ambiente. Essas primeiras inspirações percorrem até os pulmões e levam a informação do ambiente para a corrente sanguínea distribuir pelo corpo todo. Notamos que a princípio essas percepções ainda chegam sem hierarquia ou prioridades. São simplesmente informações que trazemos para nosso interior. Assim, percebe-se que Saturno está relacionado ao Chakra da Coroa, o Sahasrara, que fica no topo da cabeça, cuja glândula correspondente é a glândula pineal. Chakra que centraliza o foco de atenção, de circulação e de prana. Lida com as informações mais sutis que muitas vezes absorvemos, mas não conseguimos torná-las conscientes. Passar pelo âmbito desse chakra é entregar-se ao estado de percepção geral. Ele é muito associado também a percepções de sons cósmicos. Outras observações em torno dessas tipologias correlatas é que elas se dão através de uma abertura intensa para as informações. Absorvem tudo e deixam num estado anterior à ação. A sensação é que se pararmos no âmbito desse primeiro platô as coisas não chegam à sua materialidade, pois acabam pairando caoticamente no âmbito espiritual carentes de forças que darão encaminhamentos de realizações na matéria. É o arquétipo de corporalidade mais sutil, ainda muito distante de agir na matéria, necessitando de continuidade para chegar até a terceira dimensão, ou seja, a dimensão material à qual nosso corpo e as matérias físicas se encontram. Na música, em termos de intervalo, relacionamos o primeiro estado a sétima maior, umbral, relação com a matéria mais sutil. Sensação de instabilidade, ou de quase descolamento entre espírito e corpo físico. Quando a alma se dilata ao máximo.

 

Estado de consciência 02

Seguido ao movimento de Saturno vem o de Júpiter. De punho fechado, levamos nossa mão esquerda frente ao peito. Ela permanece estática enquanto a mão direita permanece aberta com todos os dedos encostados entre si girando verticalmente como que em órbita em torno do punho esquerdo. A sensação que se tem é que a mão direita vai fazendo uma varredura pelas informações que no âmbito de Saturno ainda eram caóticas buscando concatená-las em torno da mão esquerda, dissipando o que não teria utilidade e trazendo o que realmente pode ser útil ou necessário. Já se estabelece uma relação entre o centro e a extremidade, até podemos dizer que se estabelece o que é prioritário e o que é supérfluo, a mão esquerda que permanece como força central se relacionando com a direita que gira e capta o ambiente. Este planeta foi relacionado ao 2º processo vital, o do aquecimento. Retomando nossas relações com o acordar, é quando começamos a equilibrar o calor interno com o calor externo, quando nosso corpo reage ao mundo exterior buscando entrar em sintonia e equilibrar-se com o contexto em que se encontra. É assim que ele se organiza e se estrutura. Essa organização quando toma forma de planejamento, tem intensa relação com a visão. Quando conseguimos visualizar claramente os caminhos e os objetivos, as coisas chegam à concretude com mais afinco. Pensando nos chakras, percebe-se a relação com o Chakra do terceiro olho, o Ajna. O termo Ajna significa comandar. É o chakra do domínio do sentido de dualidade e é representado por duas pétalas que representam o positivo e o negativo. É através dele que conseguimos transpassar as dualidades da vida e encontrar o caminho do meio. Como o próprio termo que usamos pra ele, terceiro olho, já nos coloca na perspectiva do três, da trimembração, do enxergar pra além dos dois olhos físicos. Esse segundo estado já age sobre as forças do primeiro de forma seletiva, buscando, a partir das informações caóticas e sutis do primeiro platô, aquecer-se com elas e encaminhar as prioridades ou as informações que realmente são essenciais. Em termos de intervalo musical, relacionamos esse estado ao intervalo de quinta, a pele, o limite tênue entre eu e o mundo. Aqui posso me abrir para o mundo e ver a luz.

Estado de consciência 03

O terceiro movimento foi de Marte. Com o corpo ereto e os braços esticados pra cima, as mãos fazem um formato de concha. Mantendo essa postura, centralizamos o quadril como eixo, o tronco se lança num movimento semicircular e intenso de cima pra baixo, aonde as pontas das mãos vão se encontrar com os pés ao fim do movimento. Sentimos uma força de quebra, um movimento intenso que corta com força a camada de ar. Parte de cima, agindo com intensidade e para em baixo. Trazendo o que se mantinha nas alturas como informações mais sutis para a terra buscando a materialização. Transformação. É força de ação. Relacionamos Marte ao 3º processo vital, da alimentação. É na alimentação que destruímos as informações/ substâncias vindas do meio externo e as transformamos conforme podem se adaptar melhor a cada de um de nós. É com ela que nos fortalecemos como indivíduo que age no mundo. O chakra relacionado é o Chakra da Garganta, Vishuddha. As glândulas correlatas são a tireoide e a paratireoide. É o chakra da palavra, que após receber as informações (platô 1), trocar calor e selecioná-las (platô 2), agora alimenta-se do que foi selecionado e expõe em forma de palavra. É o começo do processo de manifestação. É colocar as coisas no início do ciclo da criação fazendo a ponte entre as forças divinas e sutis emanando para a terra. A própria expressão do ser. O terceiro estado é relacionado a terça maior, onde encontro minha interação com o mundo. É na terça que minha alma se impõe à minha corporalidade. Esses três primeiros estados são relacionados à consciência. Suas atuações ainda não tocam intensamente a matéria. São processos internos se pensarmos nossa interioridade integrada com o cosmo. São processos que na presença forte do eu conseguimos dominá-los e direcioná-los.

 

Estado de consciência 04

O movimento do quarto estado consciente é o do Sol. A mão direita é esticada para cima e para frente e a mão esquerda é esticada para baixo e para trás. É importante manter os braços esticados. Então, os braços começam a girar sincronicamente no sentido horário. Podemos sentir que as mãos fazem uma varredura; a direita relacionada ao meio externo e aos céus e a esquerda relacionada ao meio interno e a terra. O centro, onde as forças se encontram é o coração. É ele que processa e harmoniza tudo. Podemos sentir também, o coração, como elemento que distribui as energias para as mãos. É a sintonia entre a luz do coração e a luz solar. O Sol é relacionado ao 4º processo vital, a Segregação/ secreção. É de fato a relação entre o dentro e o fora. Se pensarmos no peito como casa desse platô, percebemos o pulmão como centro rítmico do corpo se enchendo e esvaziando, secretando ar e absorvendo ar. É nesse platô que nos fazemos uno com o todo. Aqui sentimos que nossa relação com o processo que vivemos já se coloca em “terra firme”, ou seja, já nos sentimos parte do processo e o contexto é algo muito presente. O chakra relacionado é o Chakra do Coração, Anahata. Os órgãos são o coração e pulmão e a glândula é o Timo. Ele é estimulado pelo uso do prana, qualquer obstrução na respiração ou problema no diafragma afeta esse chakra. Por isso os pranayamas (exercícios de respiração utilizados no yoga) são poderosos estimulantes para esse centro energético. Ele é o chakra dos relacionamentos e das ligações. É através dele que nos postamos verdadeiramente nas situações e agimos não mais em conta do “eu” e sim do “nós”. Ai se instaura o fazer necessário, o sentimento de que é preciso fazer o que tem que ser feito, por amor ao âmbito maior da vida como um todo. Quando dizemos que uma pessoa fez ou disse algo com o coração, é quando sentimos que a pessoa realmente fez o que havia de ser feito, por mais que isso possa doer. Esse chakra é também um bom sistema imunológico, que reconhece quando alguma coisa é intrusa e precisa ser retirada ou quando alguma coisa realmente faz parte de você. No estado quatro, encontro a fundamental, nota primordial e referência em relação ao ser que somos. Onde me encontro em uníssono com o mundo. Onde encontro meu centro.

 

Estado de consciência 05

Seguindo os movimentos do processo encarnatório dos planetas, é a vez de Vênus. O braço direito adianta-se ao corpo e a mão se posta aberta em forma de cuia, num gesto de doar e receber. O braço esquerdo é estendido para trás mantendo-se esticado e girando no sentido horário. O gesto da mão direita é um gesto amoroso, de contato com o mundo. Coloca-se como acolhimento. A sensação é que na mão direita há a abertura para uma vivência emocional que constantemente é processada pela mão esquerda que se mantém em giro atrás do corpo. É interessante perceber que esse processamento acontece atrás, onde nossos olhos não podem chegar, assim, deixando a sensação de que a abertura emocional é consciente, mas o processamento de todo esse material é inconsciente. As forças de Vênus são ligadas ao rim e é responsável pelos processos de manutenção de líquidos. Vênus é a prática, o exercício. O processo vital relacionado à Vênus é o de Manutenção. É a reconstrução interna no sentido de repor todo material perdido pela decomposição. O chakra relacionado é o Chakra Solar, Manipura. Ele é responsável pela reserva de energia. Ligado também à vontade e ao sentido de controle e coordenação. É a partir dele que a energia Kundalini é despertada. O fluxo de energia que nele é armazenado caminha por dois canais até a base da coluna, despertando a Kundalini que fica enrolada no primeiro chakra e começa seu caminho ao longo da coluna. Quando a energia flui corretamente sobre o corpo, as funções eliminativas são calibradas e a energia pode ser mais bem direcionada para as ações práticas. Com esse chakra fortalecido estabelece-se a confiança no agir. As ações se iniciam e se findam com veemência. O terceiro chakra que reúne e organiza a energia dos três chakras inferiores e inconscientes fazendo a ponte para os chakras superiores, mais ligados à consciência, portanto, se você não tiver o terceiro chakra fortalecido, você até pode ter boas intenções e muitas idéias, mas elas não se concretizam. Em relação à música, nesse estado, os intervalos de sexta, intervalo que casa céu e terra, masculino e feminino, une as dualidades. Encontrei-me com minha luz. É a luz de meu ser físico encontrando com a luz solar cósmica.

 

Estado de consciência 06

O sexto movimento é Mercúrio. Braço direito se mantém esticado para cima, girando no sentido horário e o braço esquerdo se mantém esticado apontando para o chão, fazendo a função de aterramento. A coluna se mantém ereta. A sensação é que a mão direita girando no alto agiliza ações enquanto a mão esquerda ancora o corpo para não perder a essência. É a dualidade entre manter-se firme na estrutura quando necessário e ter a capacidade de quebrá- la quando necessário. Através desse movimento é possível sentir a capacidade de flexibilizar os planos levando em consideração cada contexto. O movimento de mercúrio é relacionado ao sexto processo vital, o do Crescimento. É nesse processo em que o caminho é construído de forma reativa ao mundo externo. As ações no mundo externo, neste momento, se tornam reações. Como exemplo, podemos usar o ato de tocar vilão diariamente que, como reação, dá firmeza aos músculos da mão e dos dedos. O chakra correlato é o Segundo chakra, Svadisthana. É ligado aos órgãos sexuais e às glândulas reprodutivas e adrenalina. Chakra relacionado à dualidade, polaridades, movimentos, mudanças, criatividade e etc. Ele é muito associado à água, que tem muita mobilidade, pois se adéqua à vários ambientes, corre livre nos rios e se adentra em cada fresta que aparece em seu caminho. Assim como pode ser rígida como uma parede, como por exemplo, quando pulamos do alto de um penhasco e caímos de barriga no lago. Quando o segundo chakra está bem desenvolvido a pessoa emite opiniões, faz distinções e possui preferências. Ele também é muito relacionado à energia sexual que também é polar, feminino e masculino, por exemplo. A sexualidade, neste caso, tem muita relação também com a libido pela vida, vontade de viver. Ele também é muito relacionado ao sentido do paladar, o que tem muito a ver com os órgãos sexuais. Para o Tantra, a língua representa o órgão masculino e os lábios, a abertura do órgão feminino. Aqui, musicalmente, vivenciamos o intervalo de quarta. O caminhar. A medida que faço entre meu cerne espiritual e meu corpo, minha vontade se coloca no mundo.

 

Estado de consciência 07

Por fim, segue o movimento da Lua. Os braços se erguem lateralmente na altura dos ombros com os cotovelos dobrando os antebraços para frente (imagine uma postura em que você se prepara para saltar e pegar algo à sua frente que está prestes a correr). Com as mãos abertas, os braços descem frente ao corpo e as mãos vão se fechando num movimento de pegar o ar. Os braços vão descendo e se cruzando, terminando com os punhos cruzados e as mãos fechadas. No fim do movimento pode-se imaginar uma leminscata, num movimento de energia que entra por um punho, segue braço acima, corre pelo tronco/peito em direção ao outro braço e desce até a outra mão direcionando ao mundo onde a lemniscata termina seu movimento em caráter oculto, como se fosse o mundo como espelhamento do ser e o ser como espelhamento do mundo. A sensação que se tem é de armazenar algo, ao descer as mãos fechando e se cruzando e esse algo que armazenamos é espelhado no mundo quando o movimento termina. É sensação de matéria densa. A lua tem ligação com a vitalidade, rege a água do corpo e armazena a memória é ligada aos órgãos reprodutores e ao cérebro. O processo ligado à lua é o sétimo e ultimo processo, Reprodução ou produção. Depois de tudo ter se completado e armazenado, é hora de ir para o mundo, dividir o que se absorveu em algo novo, sexo, secção, nascimento de um novo ser. O chakra relacionado é o Chakra base ou raiz, Muladhara. Fica localizado no fim da coluna entre o ânus e os órgãos sexuais, tendo como órgãos o intestino grosso e o reto e como glândulas as supra-renais. É o chakra mais terreno e físico. Quando estamos aprendendo a dirigir, temos que pensar conscientemente em cada movimento, o pisar na embreagem, o mudar a marcha, a seta, virar o volante, mas, quando nos habituamos ao dirigir, tudo isso acontece inconscientemente. Vamos pensar o tempo como uma espiral em que o passado está sempre mais próximo do centro da espiral escondido pelos tempos que vão se sobrepondo enquanto a espiral vai crescendo. A força do chakra base está sempre mais próxima do centro da espiral, no hábito que já está se consolidando a algum tempo e portanto está escondido lá dentro, no inconsciente, mas ele retorna pro mundo e se manifesta em nossas ações sem darmos conta disso. A característica do primeiro chakra é reduzir tudo à sua forma básica. Ele é ligado ao ânus, portanto, se imaginarmos todo o trabalho do gourmet associado à diversidade de aroma e sabores, quando chegam ao ultimo estágio do processo, são transformados em matéria orgânica que volta para terra num processo de retroalimentação. O chakra básico é ligado também à individualidade. O sentido ligado a ele é o do olfato. Quando o mantemos saudável, exalamos cheiros agradáveis, quando ele está desregulado, acumula toxina o que reflete em mau cheiro. A composição desse cheiro varia de acordo com a frequência de funcionamento da consciência ligado à atividade glandular que acompanha os chakras envolvidos. Uma pessoa mais sensível ao cheiro com um pouco de observação e discernimento, consegue diagnosticar estados emocionais e psíquicos das pessoas a partir do cheiro que elas exalam. É através do cheiro também que sentimos atrações sexuais e nos apaixonamos. Em termos de intervalo musical, temos a segunda, é a vontade de movimento, a duplicação do meu ser no espaço. Quando quero sair e me colocar um passo à frente.

 

Os arquétipos: signos e símbolos primordiais do ser humano

A condensação de luz na matéria, logo, a capacidade do espirito habitar o corpo físico se dá formando padrões energéticos fundamentais. Estes padrões revelam formas primordiais e geram imagens, signos ou símbolos que regem o processo da vida no corpo físico, os quais denominaram de arquétipos.

Estas imagens podem ser visíveis por aqueles que dominam a unidade do universo, as leis primordiais do todo.

Os arquétipos são um protótipo tão profundamente inscrito no inconsciente coletivo que chegam a constituir uma estrutura, um modelo pré-formado, de uma imagem como guia ancestral.

O termo “arquétipo” foi usado por filósofos neoplatônicos para designar as idéias como modelos de todas as coisas existentes, segundo a concepção de realidade. Nas filosofias teístas, o termo indica as idéias presentes na mente de Deus. Pela confluência entre neoplatonismo e cristianismo, o termo “arquétipo” chegou à filosofia cristã, sendo difundido por Agostinho.

Arquétipo, na psicologia analítica, significa a forma imaterial à qual os fenômenos psíquicos tendem a se moldar. C. G. Jung usou o termo para se referir aos modelos inatos que servem de matriz para o desenvolvimento da psique.

Os arquétipos são as tendências estruturais invisíveis dos símbolos. Eles criam imagens ou visões que correspondem a alguns aspectos da situação consciente. Jung deduz que as “imagens primordiais”, ou arquétipos, originam- se de uma constante repetição de uma mesma experiência, durante muitas gerações (encarnações). Um exemplo são os mitos de cada cultura, que nada mais são que expressões particulares de arquétipos comuns a toda a humanidade, e estão registrados no gene humano. Os arquétipos não são memórias coesas e “palpáveis” no contexto ou definição clássica de memória, mas são o conjunto de informações inconscientes que motivam o ser humano a acreditar ou dar crédito a determinados tipos de comportamento. Os arquétipos correspondem ao conjunto de crenças e valores comportamentais básicos do ser humano, podem se manifestar nas crenças religiosas, mitológicas ou no comportamento inconsciente do indivíduo. Trata-se de uma imagem que contém características distinguíveis e que personifica, em si, um dado valor, dom, predicado do caráter ou alma humana.

Perceber ou identificar o arquétipo fundamental de um ser não é algo fácil. O trabalho se baseia na capacidade de reunir diversos vetores que iram apontar para aquele arquétipo primordial no ser. O nível de vibração, a força energética do ser, sua aura, sua personalidade, seus traços de caráter, conduta e hábito são alguns destes vetores primordiais que devem ser levados em consideração para a identificação do arquétipo do individuo, entretanto o método mais eficiente é a auto análise.

 

Arquétipos universais de conscientização do ser

 

PRIMEIRO

Compreensão de Deus e do universo imaterial

O Todo, o Absoluto

 

Ao darmos início a nossa pesquisa cientifica precisamos demarcar um ponto de partida para compreensão do estado de consciência da humanidade. Tentando responder as perguntas cruciais: quem somos? De onde viemos? Porque estamos aqui? Para tanto, vamos começar determinando o marco do absoluto imaterial, o inicio do universo.

Vamos então definir alguns critérios, sobre o que parece e o que realmente é. Pois, assim tornará mais fácil uma compreensão de Deus (absoluto imaterial) e como ele se manifesta.

Sob as aparências do universo, do tempo, do espaço e da mobilidade, está sempre encoberta a realidade substancial: a verdade fundamental, a manifestação de Deus com suas regras universais. A Substância é aquilo que se oculta debaixo de todas as manifestações exteriores, a essência, a realidade essencial, a coisa em si mesma, etc. Substancial é aquilo que existe atualmente, que é elemento essencial, que é real, etc. A Realidade é o estado real, verdadeiro, permanente, duradouro, atual de um ente. Debaixo e dentro de todas as aparências ou manifestações exteriores, sempre houve uma Realidade substancial.

Esta é a Lei que rege a formação do cosmo e de tudo que existe, logo a Lei universal e essência de Deus. Por isso o todo, o absoluto, que está em tudo e em todo lugar. Deus criou o mundo, a natureza, tudo que nos conhecemos e o homem, em 03 (três) momentos, e lhe deu a capacidade de ascender às hierarquias do cosmos através do processo chamado encarnação, reencarnação ou vida, vejamos:

 

1º momento de Deus – O reino do absoluto

Deus habita e vive no mundo imanifesto, da unidade absoluta, o nada, na qual o espirito divino da criação repousa. Assim foi no inicio do universo. Deus habitava o nada, o imanifesto. Uma boa experiência para compreender o nada absoluto é fechar os olhos, contemple isso. Perceba que há um infinito universo de possibilidades ao seu entorno, sua mente pode ir a qualquer lugar.

 

2º momento de Deus – A vontade de Deus (ação ativa da criação)

Deus a energia divina cria a luz. Para dar vida à escuridão, transmutá-la, em sua forma física, visível e agrupada, que é o espirito (condensação de luz). No mesmo instante esta luz com todas as forças e ações de Deus criou o cosmo e em seguida as naturezas. E tornaram-se um só em Deus.

Quando Deus cria a luz provê o movimento e o tempo que determinam e equacionam as vibrações e frequências que se interagem com as forças centrípetas e centrifugas que sustentam a matéria densa, esses fundamentos universais estão em tudo no universo, pois Deus é a origem e nele reside o tudo e o todo.

 

3º momento de Deus – A potencia de Deus (o sopro divino)

Deus possibilita ao espirito (luz) a experiência da densidade para que possam ascender as hierarquias universais da obra divina. Dão-lhes a capacidade de adquirir consciência e criar a vida (procriação – sexualidade).

Surge o homem com a capacidade da cognição e desenvolvimento da consciência, um processo primordial fundado nas vibrações do amor de Deus por suas obras, os seres humanos.

Todo ser humano encarna diversas vezes, para adquirir experiência da consciência de luz na densidade da matéria para que possa ascender no universo criado por Deus.

 

SEGUNDO

O pecado capital – império do terror

(medo e ausência do amor)

 

Deus permitiu ao homem encarnar e viver o paraíso do amor, a vibração divina, obter a experiência do despertar da consciência através da vida material e física. Esse poder do despertar da consciência permite a evolução da luz e a capacidade de criar vida, condição essencial da divindade. E em todo seu corpo e mente existe tudo que há no universo, inclusive suas leis e fundamentos primordiais. Mas, o mito de um pecado capital cometido ao comer a maça levou a humanidade ao império do medo e da escuridão.

Esse mito do pecado capital está perpetuado no inconsciente da humanidade, pois é um arquétipo primordial. Adão e Eva, é muito mais do que lenda ou mito, trata-se da origem da vida aqui neste planeta.

Porém, o nosso objetivo aqui é apenas analisar o efeito do mito na vida do ser humano, não vamos desmistificar o mito. Desta forma, diz o mito: o homem que vivia feliz no paraíso no qual Deus preparou para sua evolução furtou os anseios da divindade ao comer a fruta proibida, “o conhecimento”, despertando o mundo das sensações, dos desejos e dos prazeres (o gozo).

Este comportamento do ser humano liberou a exploração dos sentidos físicos. Foi com o “gozo” no coito, a partir da expulsão compulsória da luz que cria vida, apenas para se obter as sensações físicas da exploração de prazer e desejo, que o ser humano perdeu a inocência e abandonou o paraíso. A vergonha, o medo e outros sentimentos que não conhecia se abateram sobre eles. Isso levou a humanidade ao império da escuridão, da perda inocência e da consciência, um plano inferior ao qual viviam os seres primordiais. O céu está na mente e consciência do ser e não no plano físico estático, a porta é mental e espiritual. O chakra do terceiro olho revela este mundo da percepção cognitiva sensorial, o estado de Buda.

Ao homem e a mulher foi dado o poder da criação, e este foi e vem sendo utilizado de forma errada, jogam fora a luz, energia divina que cria vida por mero prazer físico, deixaram de aguardar os anjos (os planos de Deus e do universo – ação e reação – evolução cármica) e passaram a gerir seus próprios destinos. Famílias, filhos, pais, mães, avôs, avós despreparados para a experiência da vida, sem a consciência cármica, pois não estavam preparados para o processo de ascensão. Uma geração fora do tempo e da hora, motivadas pelo coito e prazer, que se tornou uma atividade de exploração do plano das sensações, levando a humanidade ao medo, ódio, ira, rancor, doenças e outras enfermidades oriundas dos estados das emoções.

A maça (fruto) objeto do pecado representa a porta do mundo do desejo e das emoções que se fecundam no gozo (libertação do prazer). A cobra (animal) é o ser que rasteja na evolução e se concretiza na vontade do agir do homem, que é fruto da ação divina do agir. O que diferencia o agir é o reto agir e o falso agir. Um vibra no amor o outro vibra no medo, na escuridão, no desconhecido pela experiência da consciência, o que apaga os centros de luz do espirito (chakras) e o afasta da criação, ou seja, da Lei eterna de Deus, a luz. Aquele que utiliza a energia divina sem sabedoria ou fora da vibração das correntes universais provoca sérios danos ao todo.

A compreensão e consciência do processo da reencarnação e da existência das correntes universais do amor pode superar o mito do pecado capital no ser, tente isso.

 

A formação do corpo físico e a evolução do espirito

O processo que chamamos vida é o conjunto de verdades aprendidas sobre o funcionamento do universo durante um determinado tempo e espaço, que se revela através do estudo das estrelas, constelações e do cosmo que demonstra sermos uma unidade vivente entre o céu e a terra, sob a influência da luz, especialmente do sol, que forma ciclos, estações e ritmos.

A experiência da vida se concretiza com o exercício do verbo e da ação, e isso define o processo de reencarnação, ou de aperfeiçoamento cósmico.

São os nossos olhos abertos com o mesmo padrão cósmico da Vesica piscis (divina proporção), que fazem a leitura do mundo material a partir do contraste das informações. Eles são a percepção do mundo material, das vibrações, das cores, das intensidades, da força e do fogo. São os terminais nervosos que percebem a vontade divina, a força de Deus, a Luz. Força essa que condensa o espirito na matéria dando o lugar no universo para a experimentação da consciência e a responsabilidade do poder de criar vida.

No universo físico repousa no mundo das formas materiais físicas e metafisicas os poliedros universais, e a nossa visão (através dos olhos) capta o ângulo perfeito da trindade divina, enxergamos a partir do topo de uma pirâmide (triangulo equilátero perfeito), sob o principio feminino (a esfera) que une as informações dos olhos.

O olho direito é lunar, sensível ao positivo. O esquerdo é solar sensível ao negativo. Ao cruzarem as informações se obtém o padrão do campo magnético da matéria no tempo e no espaço. Simbolizam a experiência do contraste e à busca pela verdade universal através da comparação dos opostos. O exercício do pensar humano se dá através da comparação dos opostos, aquele que alcançou a consciência da luz, não mais pensa e nem julga, ou seja, não mais compara para decidir, vive na neutralidade do amor.

Os olhos reagem à luz do sol produzindo a verdadeira luz real, que permite a inteligência individual e a compreensão das realidades. Somos formados a base de elementos primordiais da natureza, especialmente o carbono. O que movimenta esta matéria física é o espirito, luz + densidade. O espirito é a condensação da luz no tempo e no espaço, quando ocupa um corpo material se dá a experiência da consciência e da criação.

A luz se aperfeiçoa com a intensidade, frequência, padrões, harmonia e condutividade o que a transforma em energia. Assim ocorre com o espirito. É a experiência do processo da vida que lhe promoverá a ascensão ao poder imaterial das energias.

Todo homem deverá atingir o destino divino da ascensão espiritual tornando-se um ser supramental, com o abandono da animalidade e dos planos das emoções e desejos (sexualidade). A animalidade, intolerância e agressão geram o sofrimento que criam dores. O homem ao tentar remediar essas dores deixa de lutar, e no fim encontra a paz. O Sofrimento demonstra como a felicidade é gratificante, e a angústia remete ao estado de plena paz.

A evolução do espirito se dá com a ascensão aos níveis da consciência, o que provoca a iluminação da aura e a potencialização da luz com o aumento da energia vital e a plenitude dos poderes imateriais.

A duração do processo de ascensão e reencarnação dura um ano cósmico, ou seja, 25.920 anos, onde cada ser reencarna 700 vezes em condições distintas e duais, onde experimenta a polaridade dos opostos com as cargas quânticas dos padrões das 12 constelações que moldam o caráter e a integridade da luz. Um dia na terra dura 7 ciclos de 3 horas e uma extra para o descanso. Aquele que prega e vive na corrente universal do amor (da neutralidade) atinge o estado de super humano, livre da inconsciência e senhor da luz.

O espirito do homem que não conseguir reconhecer ou entender o criador através do amor pela criação, razão do universo, e de sua existência, deve reencarnar no corpo físico até atingir o nível de sabedoria e experiência para compreender o todo, Deus, o uno.

O ser humano desperto consciente de quem é? O que faz aqui? E para onde vai? Utiliza as forças fundamentais que possui em confluência com as da terra e do universo para expandir sua luz e ativar os chakras (centros energéticos fundamentais) para ascender e tornar-se um super humano.

O objetivo é controlar do centro nervoso da cabeça, expressão da consciência, o mais alto nível de energia vital, irradiando amor e luz, permanecendo no eterno presente e servindo com seu divino poder.

O homem é diferente da matéria, pois, é fecundo de luz. Assim, a matéria só recebe só se contrai. Ao contrário do espirito que é luz, pois irradia, dá, do mais iluminado para o menos, da luz à escuridão (sentido que preenche todo ser humano – o ímpeto do doar e irradiar, outro arquétipo identificado).

A realidade compreendida pelos olhos se compõe de 7 níveis de energia vibratória, 7 correntes energéticas com 7 diferentes níveis de poder ou força. O corpo físico enquanto matéria e objeto da realidade possui 7  centros de transformação da energia fundamental do universo. Cada ser humano na sua vida presente utiliza um destes centros dependendo do nível de consciência do espirito.

Mais compreensão do universo desenvolve maior fluxo de energia vital no ser o que gera poderes transcendentais.

Aprender a controlar os fluxos de energia vital e alterar a resistência do nível dos seus nervos para comportar a densidade de sua luz, requer preparo físico, mental e espiritual.

Consciência adquirida é igual à imortalidade, a partir daí as experiências e emoções superiores (intuição e inspiração) iram move-lo a ascensão e alcance da iluminação.

 

Qual a diferença entre alma e espírito

Alma e espírito não são a mesma coisa. Falando a respeito da morte do homem, Eclesiastes 12:7 diz: “O pó [de seu corpo] retorna a terra, assim como veio a ser, e o próprio espírito retorna ao verdadeiro Deus que o deu.” Quando o espírito, ou força de vida, deixa o corpo, o corpo morre e volta para sua origem — o solo. De modo comparável, a força de vida volta para sua origem — Deus. (Jó 34:14, 15; Salmo 36:9) Isso não significa que a força de vida literalmente cruza o espaço em direção ao céu. Na verdade significa que, para quem morre, qualquer esperança de vida futura depende de Deus.

A palavra “espírito” se refere somente à faceta imaterial do homem. Todo ser humano tem um espírito, e uma alma. Segundo as Escrituras, somente os crentes, aqueles onde o Espírito Santo habita, são “espiritualmente vivos” (I Coríntios 2:11;Hebreus 4:12; Tiago 2:26). O não crente é “espiritualmente morto” (Efésios 2:1-5; Colossenses 2:13). Nos escritos de Paulo, o “espírito” era de central importância para a vida espiritual do crente (I Coríntios 2:14; 3:1,15:45; Efésios 1:3; 5:19; Colossenses 1:9; 3:16). O espírito é o elemento no homem que dá a ele a capacidade de ter um relacionamento íntimo com Deus. Sempre que a palavra “espírito” é usada, se refere à parte imaterial do homem, incluindo sua alma.

O que é espírito? Vejamos agora o uso bíblico do termo “espírito”. Os escritores bíblicos usaram a palavra hebraica rú·ahh ou a palavra grega pneú·ma ao escreverem a respeito do “espírito”. As próprias Escrituras indicam o significado dessas palavras. Por exemplo, o Salmo 104:29 diz: “Se [tu, Jeová] lhes tiras o espírito [rú·ahh], expiram e retornam ao seu pó.” E Tiago 2:26 diz que “o corpo sem espírito [pneú·ma] está morto”.

Nesses versículos, portanto, “espírito” se refere àquilo que dá vida a um corpo. Sem espírito, o corpo está morto. De modo que na Bíblia a palavra rú·ahh é traduzida não apenas por “espírito”, mas também por “força” ou “força da vida”. Por exemplo, Deus disse a respeito do Dilúvio nos dias de Noé: “Estou trazendo o dilúvio de águas sobre a terra, para arruinar debaixo dos céus toda a carne em que a força [rú·ahh] da vida está ativa.” (Gênesis 6:17; 7:15, 22) Assim, “espírito” se refere a uma força invisível (a centelha de vida) que mantém a vida de todas as criaturas viventes.

Assim, espírito é o princípio inteligente do Universo. É nele que fica armazenado todo conhecimento que adquirimos através das inúmeras encarnações. O espírito se utiliza da matéria (corpo físico) para expor sua inteligência aos que não tem mediunidade para vê-los, ou seja, a matéria não tem inteligência. Um espírito tem uma alma diferente toda vez que encarna.

Qual a diferença de espírito e alma?

Só utilizamos o termo espírito quando o ser está desencarnado e alma quando o Espírito está encarnado. O espírito consciente sublima a alma.

O que é alma? A palavra “alma” se refere não apenas à parte imaterial do homem, mas também à parte material. O homem tem um espírito, mas é uma alma. Em seu mais básico significado, a palavra “alma” significa “vida”. Entretanto, a Bíblia vai além de “vida”, estendendo-se a muitas áreas. Uma delas é o desejo do homem de pecar (Lucas 12:26). O homem é mau por natureza, e como resultado, tem a alma contaminada. O princípio da vida é removido no momento da morte física (Gênesis 35:18; Jeremias 15:2). A “alma”, como o “espírito”, é o centro de muitas experiências espirituais e emocionais (Jó 30:25; Salmos 43:5; Jeremias 13:17). Sempre que é usada a palavra “alma”, pode se referir à pessoa como um todo, viva ou após a morte.

A “alma” e o “espírito” são parecidos na maneira pela qual são usados na vida espiritual do crente. Mas, são diferentes em sua identidade. A “alma” é a visão horizontal do homem com o mundo. O “espírito” é a visão vertical do homem com Deus. É importante compreender que ambos se referem à parte imaterial do homem, mas somente o “espírito” se refere à caminhada do homem com Deus. A “alma” se refere à caminhada do homem no mundo, tanto material quanto imaterial, ou melhor, daquele momento do espírito encarnado.

A Bíblia originalmente foi escrita na maior parte em hebraico e em grego. Ao escreverem a respeito da alma, os escritores bíblicos usaram a palavra hebraica né·fesh ou a palavra grega psy·khé. Essas duas palavras ocorrem bem mais de 800 vezes nas Escrituras, e na Tradução do Novo Mundo as verte coerentemente como “alma”. Ao examinarmos como as palavras “alma” e “almas” são usadas na Bíblia, fica evidente que basicamente se referem a (1) pessoas, (2) animais ou (3) a vida de uma  pessoa ou animal. Vejamos alguns textos em que esses três diferentes sentidos ocorrem.

 

  1.  “Nos dias de Noé . . . poucas pessoas, isto é, oito almas, foram levadas a salvo através da água.” (1 Pedro 3:20) Aqui a palavra “almas” claramente se refere a pessoas — Noé e sua esposa, seus três filhos e suas esposas. Êxodo 16:16 menciona as instruções dadas aos israelitas a respeito do recolhimento do maná. Foi-lhes dito: “Colhei . . . segundo o número de almas que cada um de vós tem na sua tenda.” Portanto, a quantidade de maná que se recolhia baseava-se no número de pessoas em cada família. Outros exemplos bíblicos da aplicação de “alma” ou “almas” a uma pessoa ou a pessoas encontram-se em Gênesis 46:18; Josué 11:11; Atos 27:37 e Romanos 13:1.

 

  1.  No relato bíblico da criação, lemos: “Deus prosseguiu, dizendo: ‘Produzam as águas um enxame de almas viventes e voem criaturas voadoras sobre a terra, na face da expansão dos céus.’ E Deus prosseguiu, dizendo: ‘Produza a terra almas viventes segundo as suas espécies, animal doméstico, e animal movente, e animal selvático da terra, segundo a sua espécie.’ E assim se deu.” (Gênesis 1:20, 24) Nesse texto, peixes, animais domésticos e selvagens são todos englobados na mesma palavra — “almas”. As aves e outros animais são chamados de almas em Gênesis 9:10; Levítico 11:46 eNúmeros 31:28.

 

Vida como pessoa. Às vezes, a palavra “alma” significa a vida que se usufrui como pessoa. Deus disse a Moisés: “Todos os homens que estavam à caça da tua alma estão mortos.” (Êxodo 4:19) O que os inimigos de Moisés caçavam? Eles procuravam tirar a vida de Moisés. Bem antes disso, quando Raquel estava dando à luz seu filho Benjamim, “a sua alma partia (porque estava morrendo)”. (Gênesis 35:16-19) Naquela ocasião, Raquel perdeu a vida. Considere também as palavras de Jesus: “Eu sou o pastor excelente; o pastor excelente entrega a sua alma em benefício das ovelhas.” (João 10:11) Jesus deu a sua alma, ou vida, em favor  da humanidade. Nesses textos bíblicos, a palavra “alma” claramente se refere à vida como pessoa. Você encontrará mais exemplos desse sentido da palavra “alma” em 1 Reis 17:17-23; Mateus 10:39; João 15:13 e Atos 20:10.

Por meio de um estudo mais detalhado da Palavra de Deus, você verá que em nenhum lugar na Bíblia inteira os termos “imortal” ou “eterno” têm relação com a palavra “alma”. Em vez disso, as Escrituras dizem que a alma é mortal, o que significa que ela morre. (Ezequiel 18:4, 20) De modo que, na Bíblia, a pessoa que morre é chamada simplesmente de “alma morta”. — Levítico 21:11.

 

Manifestações constantes no universo: luz e som

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 Este universo ao qual vivemos é resultado da manifestação condensada da luz e do som. Tudo ao nosso redor é pura energia condensada. Os seres humanos e este universo tridimensional que conhecemos hoje estão existindo neste exato momento em uma pequena faixa muito estreita de vibração e manifestação, essa pequena faixa estreita de vibração e manifestação é simplesmente o resultado das vibrações mais densas do som e da luz e o reflexo mais denso deste condensamento é aquilo que chamamos de matéria.

Mas então, quem constrói ou quem construiu este universo físico que enxergamos a nossa volta? Nossa própria mente? Nós somos os construtores de nosso próprio universo. À medida que vamos ascendendo e despertando nossa consciência vamos percebendo e elevando nosso padrão de ressonância e vibração e assim como um único corpo em movimento vamos reconstruindo nossa realidade para novos planos de vibração e de existência.

Dentro da escala sonora perceptível e audível ao ouvido humano encontramos uma linha de frequência. Esta linha de frequência atua do som mais grave e baixo até o mais agudo e alto, ela pode harmonizar ou desarmonizar nossa realidade interna, espiritual, psíquica, mental e emocional como também externa e física. A força criadora do universo ordenou as frequências mais harmônicas da linha sonora e as colocou em uma ordem crescente partindo das mais graves até as mais agudas, assim nasceu nossa escala musical. Da mesma forma, essa ordem crescente de vibração acontece em escalas mais altas e mais elevadas onde encontramos os espectros luminosos e a tabela de cores. Veja o arco Iris ele é um reflexo no mundo externo desta tabela de cores natural. Compreender isso é perceber a verdadeira união entre som e luz, a música e o espírito.

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Escala do ponto de vista Metafísico:

Raios Cósmicos – Raios Gama – Raios X – Ultravioleta – O Espectro de Luz Visível – Infravermelho – Calor – Microondas – Ondas de Rádio – Ultra-sons – Ondas Sonoras – Infra-sons – Odores – Matéria.

 

Agora você poderá entender porque cada chakra tem uma cor e um som ou uma frequência que o harmoniza, quando aplicamos a cor certa e a frequência certa em cada um destes chakras colocamos todo nosso corpo em sintonia com o universo e a criação divina que se manifesta em nós, em todas as partes e em perfeito sincronismo e harmonia. Sem duvida, quando estamos em harmonia com a luz e o som nosso universo pessoal se transforma de forma milagrosa e é Isso que nos proporciona longevidade, bem estar, felicidade e espiritualidade.

 

Formas, Emoção, Som e Luz

A ciência agora está começando a descobrir essas inter-relações do som, da matéria e da luz. O lançamento da nova ciência designada Cimática pelo pesquisador suíço Hans Jenny (1904-1972). Cimática é o estudo das ondas. Está associado aos padrões físicos produzidos pela interação de ondas sonoras em um meio.

Um experimento simples demonstrando a visualização da cimática pode ser feito espalhando areia sobre um disco de metal e fazendo-o vibrar. Por exemplo, passando um arco de violino na borda do disco a areia se organizará em padrões de onda estacionária como simples círculos concêntricos. Quanto mais alta a frequência, mais complexas as formas produzidas, sendo certas formas similares às mandalas tradicionais.

Jenny realizou experimentos mostrando que os pós-inertes, pastosos e líquidos, quando animados por sonoros, sons puros  formam os padrões de fluxo espelhando aqueles encontrados na natureza, arte, e arquitetura. Ele mostrou que houve uma correlação entre o som e a forma que, com efeito, a matéria do universo é uma manifestação física da vibração.

Estudos realizados e relatados em artigos, pelo Dr. Masaru Emoto, cientista que provou repetidas vezes, fotografar cristais de água, comprovaram que existe uma correspondência entre o pensamento geométrico e as emoções humanas, e a forma da matéria que nos rodeia. Segundo ele a água “tratada” com o amor ou uma bela música, sofre mudança molecular em singelas e lindas harmoniosas formas geométricas. E o mesmo acontece no sentido inverso: o caótico ou “pensamento” negativo e emoção negativa causam nos cristais de água deformidades que os tornam desagradáveis. De fato, a experiência realizada por Dr. Masaru Emoto com a molécula de água evidencia que o estilo musical afeta a estrutura das moléculas.

Usando técnicas fotográficas, Emoto verificou que a água quando exposta ao som de Bach, apresentava uma estrutura geométrica semelhante à água cristalina enquanto que, exposta a heavy metal assemelhava-se a estrutura de água poluída. Além disso, também constatou a influência das palavras. Uma frase com palavras amorosas mostrou a mesma estrutura da água que “ouviu” Bach e, frases com conteúdo agressivo mostraram uma estrutura como a exposta ao heavy metal. Então, se considerarmos que nosso corpo é formado quase 70% de água, podemos imaginar o efeito que a música e suas respectivas letras têm. Isso é interessante porque nos chama atenção para a qualidade da música que ouvimos. Assim como devemos estar atentos aos nossos pensamentos, não podemos negligenciar a qualidade dos sons a nossa volta. Mesmo quando não percebemos, tais sons podem estar atuando sobre nosso organismo. Pesquisas científicas têm demonstrado que a frequência de sons atuam sobre as células, no movimento e partes do citoplasma, e no núcleo onde podem ativar certos genes. Isso nos leva a crer que os organismos vivos estão sujeitos à ação de padrões musicais. Algumas experiências com vacas leiteiras e vegetais mostram aumento na produção quando expostos a música clássica ou instrumental. Ouvir música faz bem, principalmente se elevar nosso padrão vibratório como Bach, Mozart, Strauss e tantos outros, mas, como tudo na natureza busca o equilíbrio, às vezes é preciso ouvir um heavy metal para “descarregar”.

Para finalizar, Yellow Billy, um xamã de medicina Navajo, resume: “Nossa tarefa é canto do mundo, cantar a beleza. O mundo é um reflexo do nosso canto.”

 

Era Branca

Um processo quântico de cura e

aquisição de consciência cósmica

 O que é um processo quântico? Para isso devemos compreender o que é teoria quântica. É um ramo da física que lida com o comportamento da matéria e da energia na escala de átomos e de partículas subatômicas.

mecânica quântica é fundamental ao nosso entendimento do universo e de todas as forças fundamentais da natureza, exceto a gravidade.

A mecânica quântica é à base de diversos ramos da física, incluindo eletromagnetismofísicas das partículasfísicas das matérias condensadas, e até mesmo partes da cosmologia.

Essa visão quântica também é essencial para a teoria das ligações químicas (e, portanto de toda química), biologia estrutural, e tecnologias como a eletrônicatecnologia da informaçãonanotecnologia. Um século de experimentos e trabalho na física aplicada provou que a quântica está correta e tem utilidades práticas.

A comunidade de física logo aceitou a mecânica quântica devido a sua grande precisão nas previsões empíricas, especialmente em sistemas onde a mecânica clássica falha. Um grande sucesso da mecânica quântica em seu princípio foi à explicação da dualidade (polaridade) onda-partícula, ou seja, em níveis subatômicos, o que os humanos vieram a chamar de partículas subatômicas, e que têm propriedades de ondas e o que era considerado onda tem propriedade corpuscular. A compreensão quântica também pode ser aplicada a uma gama muito maior de situações do que a relatividade geral, como por exemplo, sistemas nos quais a escala é atômica ou menor, e aqueles que têm energias muito baixas ou muito altas ou sujeitos às menores temperaturas.

As fundações da mecânica quântica tiveram seu início com os primeiros trabalhos sobre as propriedades da luz, no século 17, e a descoberta das propriedades da eletricidade e do magnetismo, no início do século 19.

Experimentos posteriores identificaram fenômenos, como o efeito fotoelétrico, que eram consistentes apenas com um modelo de pacotes, ou quântico, da luz. Quando a luz incide sobre um condutor elétricoelétrons parecem se mover para longe de suas posições originais. Em um material fotoelétrico, como o medidor de luz em uma câmera, a luz incidindo sobre o detector metálico faz com que os elétrons se movam. Aumentar a intensidade de uma luz que tenha apenas uma frequência fará com que mais elétrons se movam. Mas fazer com que os elétrons se movam mais rápido requer um aumento da frequência da luz. Portanto, a intensidade da luz controla a corrente elétrica através do circuito, enquanto que sua frequência controla sua voltagem.

Essas observações contrariaram a teoria ondulatória da luz derivada do estudo das ondas sonoras e ondas do mar, onde a intensidade do impulso inicial era o suficiente para prever a energia da onda resultante. No caso da luz, a energia era função somente da frequência, um fato que precisava de uma explicação. Era também necessário reconciliar experimentos que mostravam a natureza corpuscular da luz com outros experimentos que revelavam sua natureza ondulatória.

Quando a luz branca atravessa um prisma, ou a borda de um espelho ou um pedaço de vidro, ou então as gotas da chuva para formar um arco-íris, a luz branca é decomposta em um espectro. Esse espectro revela que a luz branca é composta de luz de todas as cores e, portanto de todas as frequências.

Quando uma amostra composta de um elemento químico puro emite luz por aquecimento ou outros agentes, o espectro da luz emitida, chamado de espectro de emissão, é característico àquele elemento e à temperatura a que ela é aquecida. Diferentemente do espectro da luz branca, um espectro de emissão não é uma faixa larga composta de todas as cores do vermelho ao violeta, mas consiste de faixas estreitas, cada uma de uma cor e separadas das outras por faixas de escuridão. Tal figura é chamada de espectro de linha. Um espectro de emissão também pode conter linhas fora do intervalo da luz visível, detectáveis apenas por filmes fotográficos especiais ou equipamentos eletrônicos.

Foi sugerida a hipótese de que um átomo emite radiação eletromagnética da mesma forma que a corda de um violino “irradia” som – não apenas com frequência fundamental, mas também com harmônicos maiores.

É possível obter informações a respeito do que ocorre dentro do átomo porque os elétrons em movimento geram um campo magnético. Por isso um elétron pode ser influenciado por um campo magnético externo, similar à maneira que um imã metálico irá atrair ou repelir outro.

É dentro deste nível de compreensão que iniciaremos o pensar sobre a Era Branca, este projeto está fundamentado e solidificado com bases na compreensão da mecânica quântica.  A música é o remédio de cura e poderá ter sua capacidade comprovada a partir da compreensão do processo quântico que rege o mundo das partículas atômicas e do cosmos.

O que é e quando surgiu a Era Branca? No início deste novo ciclo surge o despertar da humanidade, através dos esforços comuns, de todas aquelas almas que já estiveram na Terra e representam um caminho espiritual ou uma filosofia. É a magia dos ensinamentos espirituais convertidos em música, um remédio gratuito que desce do céu, para prevenir e curar as feridas da alma. É um sentimento que nasce de união entre povos e crenças e raças, o marco do início da Fraternidade Universal. Com a chegada da globalização iniciamos o ensaio material, através da interação entre os povos com a troca das experiências, tecnologias e da cultura, trazendo uma proximidade. A Era Branca surge para despertar para a unificação espiritual entre os ensinamentos recebidos no oriente e ocidente.  Uma continuidade no trabalho de grandes mestres iluminados, a exemplo de Jesus Cristo que foi um iniciado entre os essênios e os orientais, e traduzia seus ensinamentos em uma linguagem acessível, se tornado a grande ponte entre os dois continentes.

A música como um elemento importante e existente entre quase todos os caminhos do universo e, portanto, espirituais passa a ser um denominador comum. E novamente em forma de mantras, hinos, louvores, cria um elo direto entre os homens e a Divindade. Como uma forma autoeducativa, ela nivela os homens e os corações, sendo fruto da consciência do amor e da inspiração Celeste. A Era Branca é um instrumento da Espiritualidade para expressar a música, arte e a cura. Adquirir esta consciência poderá transmutar a mente.

trigo

 

O Trigo é o símbolo da Era Branca, conscientizando-nos da necessidade de olharmos e cultivarmos a nossa própria plantação, que é adquirida através dos esforços na busca da prática do bem, do amor e do conhecimento espiritual. Para assim podermos fazer o nosso próprio pão, criando a nossa sustentabilidade espiritual.

Antes de prosseguirmos vejamos abaixo alguns conceitos que precisam ser definidos para compreensão do fenômeno de cura através da música.

 

O que é campo eletromagnético e o que é eletrodinâmica quântica?

 

Para entender campo eletromagnético é fundamental perceber que este se fundamenta em um composto de dois vetores: o campo elétrico (E) e o campo magnético (B). Os vetores são os que caracterizam esses dois campos que possuem um valor definido a cada ponto no espaço e tempo. Se apenas o campo elétrico não for nulo, e é constante no tempo, esse campo é denominado campo eletrostático.

Campos eletromagnéticos podem ser explicados com base quântica pela eletrodinâmica quântica. A eletrodinâmica quântica (EDQ) é uma teoria quântica de campos que envolvem o eletromagnetismo. A EDQ descreve todos os fenômenos envolvendo partículas eletricamente carregadas interagindo por meio da força eletromagnética. Sua capacidade de predição de grandezas como o momento magnético anômalo do íon e o desvio de Lamb dos níveis de energia do hidrogênio a tornou uma teoria renomada.

A eletrodinâmica foi à evolução natural das teorias de antigamente denominada segunda quantização, isto é, quantização dos campos, um ramo da eletrodinâmica. As teorias de campo são necessariamente relativísticas, já que se admite que haja partículas mensageiras na troca de energia e momento mediados pelo campo, essas mesmas partículas, a exemplo do fóton (que historicamente precedeu a descoberta das teorias de quantização do campo) devem se deslocar a velocidades próximas ou igual à da luz no vácuo (c = 299 792 458 m/s).

A eletrodinâmica quântica se desenvolveu a partir dos trabalhos de Sin-Itiro TomonagaJulian Schwinger e Richard Feynman. Pelos seus trabalhos, eles ganharam o prêmio Nobel em 1965.

 

O que é condutividade e supercondutividade?

 

É uma propriedade física, pode ser definida como a condutância de um condutor cuja seção é reta e uniforme. Sendo igual a uma unidade de área, onde o comprimento é igual a uma unidade de comprimento.

A capacidade dos materiais e corpos físicos de conduzirem ou transmitirem corrente elétrica lhes atribui a característica de serem condutivos ou supercondutivos. Quanto à condutividade, os materiais podem ser classificados em condutores (os metais são os melhores condutores), semicondutores e isolantes (ou dielétricos).

Não há ainda um estudo e pesquisas para compreender os estados quânticos de determinados metais, inclusive os reflexos de determinados corpos físicos, especialmente o corpo humano. As características intrínsecas de certos materiais e corpos, quando resfriados ou aquecidos a temperaturas extremamente baixas ou altas, tendem a conduzir corrente elétrica sem resistência nem perdas.

A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico, ou seja, este estado pode ser descrito por uma única função de onda. Caracteriza-se também por um fenômeno chamado de Efeito Meissner-Ochsenfeld, que é a ejeção de um campo magnético suficientemente fraco do interior do material que impede que campos externos penetrem no supercondutor, às vezes confundido como um tipo de diamagnetismo perfeito, assim como as transições no estado supercondutor. A ocorrência do Efeito Meissner indica que a supercondutividade não pode ser entendida simplesmente como a idealização de um condutor perfeito como na física clássica.

A descoberta dos supercondutores de altas-temperaturas renovaram o interesse no estudo e na possível comercialização em larga escala, viabilizando novas perspectivas de melhoria nos materiais existentes, no potencial de engenharia e na criação de novos materiais supercondutores próximos a temperatura ambiente.

Supercondutores são capazes de manter a corrente que os atravessa fluindo mesmo sem a aplicação de nenhuma tensão, propriedade essa explorada no estudo dos supercondutores eletromagnéticos como os encontrados nas máquinas MRI (imagem por ressonância magnética).

Experimentos demonstraram que as correntes fluindo por anéis supercondutores podem persistir por anos sem decaimento algum. Evidências experimentais mostram que o tempo médio de existência da corrente chega há 100.000 anos. Já estimativas teóricas estimam que o tempo de duração destas correntes possa ser comparado ao tempo de existência do universo, dependendo da geometria e temperatura do fio supercondutor.

Num condutor normal, a corrente elétrica pode ser comparada a um fluido de elétrons se movendo por uma pesada rede iônica. Os elétrons estão em constante choque com os íons da rede, e durante cada colisão parte da energia carregada pelo elétron é absorvida pela rede e convertida em calor, que na verdade é chamada de energia cinética vibracional dos íons da rede.

Assim a energia carregada pela corrente é constantemente dissipada, chamamos esse fenômeno de resistência elétrica.

Essa situação é diferente nos supercondutores. Num supercondutor convencional, o problema do fluido eletrônico não pode ser resolvido para elétrons individuais, mas sim para pares de elétrons, conhecidos como pares de Cooper. Esse pareamento é causado por uma força atrativa entre os elétrons pela troca de fônons. Assim como na Mecânica Quântica, o espectro de energia desse par de Cooper possui um gap de energia, que aqui significa o mínimo de energia ΔE que precisa ser aplicado para excitar esse fluido eletrônico. Esse valor de energia ΔE é maior que a energia térmica da rede dada por kT, onde k é a constante de Boltzmann e T é a temperatura, assim o fluido não é espalhado pela rede. Concluindo que o par de Cooper é um super fluído, significando que pode fluir sem dissipação de energia.

 

O que é frequência e qual sua importância?

 

É uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos, voltas, oscilações, etc) em um determinado intervalo de tempo. Alternativamente, podemos medir o tempo decorrido para uma oscilação. Esse tempo em particular recebe o nome de período. Desse modo, a frequência é o inverso do período. Por exemplo, se o coração de um bebê recém-nascido bate em uma frequência de 120 vezes por minuto, o seu período (intervalo entre os batimentos) é metade de um segundo. Logo, frequência é definida como um número de ciclos por unidade de tempo.

A luz visível é uma onda eletromagnética, composta de oscilações de campos elétricos e magnéticos que viajam através do espaço. A frequência da onda determina sua cor: 4×1014 Hz é a luz vermelha, 8×1014 Hz é a luz violeta, e entre essas frequências (na faixa de 4-8×1014 Hz) estão todas as outras cores do arco-íris. Uma onda eletromagnética pode ter uma frequência inferior a 4×1014 Hz , mas será invisível ao olho humano, tais ondas são chamados de radiação infravermelha. Para uma frequência menor, a onda é chamada de micro-ondas e em frequências mais baixas ainda é chamada de ondas de rádio. Do mesmo modo, uma onda eletromagnética pode ter uma frequência superior a 8×1014 Hz, mas será invisível ao olho humano e são chamadas de ondas de radiação ultravioleta. Mesmo ondas de alta frequência são chamadas de raios-X, e maior ainda de raios gama.

Outra propriedade de uma onda eletromagnética é o seu comprimento de onda. O comprimento de onda é inversamente proporcional à frequência, portanto, uma onda eletromagnética com uma frequência maior tem um comprimento de onda menor, e vice-versa.

Todas essas ondas, começando com as ondas de rádio, de frequência menor, até os raios gama, de frequência mais elevada, são fundamentalmente as mesmas, isto é, todas elas são chamadas de radiação eletromagnética. Elas viajam através do vácuo à velocidade da luz, inclusive aquelas produzidas pelos sons e pela música.

Para analisarmos a frequência em termos do som, temos que considerar que ele é constituído por alterações na pressão do ar sob a forma de ondas. As frequências que os ouvidos podem ouvir são limitadas a uma faixa específica de frequências desse som.

A gama de frequências audíveis para o ser humano é tipicamente dada como sendo entre cerca de 20 Hz e 20,000 Hz (20 kHz). As altas frequências, muitas vezes tornam-se mais difíceis de ouvir com a idade. Outras espécies têm diferentes gamas de audição. Por exemplo, algumas raças de cães podem perceber vibrações de até 60,000 Hz.

Vibrações mecânicas são percebidas como viagens do som através de todas as formas de matéria: gaseslíquidossólidos e plasmas. A matéria que apoia o som é chamada de meio de propagação. O som não pode viajar através do vácuo. Observe abaixo a relação de frequência e cores.

 

 

O que é Vibração?

É o movimento de um ponto oscilando em torno de um ponto de referência. A amplitude do movimento é indicada em milímetros ou polegadas. O instrumento comumente utilizado na medição de vibrações é o coletor de dados de vibrações, que utiliza um sistema tradutor de vibrações mecânicas em sinais elétricos conhecidos como acelerômetro.

Vibrações livres ocorrem quando um sistema é definido desligado com uma entrada inicial e depois deixado a vibrar livremente. Exemplos deste tipo de vibração: puxar uma criança em um balanço e depois soltar, bater um diapasão e deixá-lo tocar. O sistema mecânico então irá vibrar em uma ou mais “frequências naturais” tendendo a zero.

Vibração forçada é quando uma perturbação variável no tempo (de carga, deslocamento ou velocidade) é aplicada a um sistema. O distúrbio pode ser uma contribuição periódica em estado estacionário, uma entrada de transientes, ou uma entrada aleatória. A entrada periódica pode ser um harmônico (canto, um instrumento, música…) ou uma perturbação não harmônica. Exemplos destes tipos de vibração incluem uma máquina de lavar agitando devido a um desequilíbrio, um automóvel em vibração (causada pelo motor, molas e etc.), ou a vibração de um edifício durante um sismo.

O canto, os sons e a música emanam um conjunto de vibrações que se bem orientadas e na frequência justa promovem o despertar de centros energéticos no ser humano. Para os sistemas lineares, a frequência de resposta da vibração em estado estacionário resultantes da aplicação de uma entrada periódica harmônica, é igual à frequência da força ou de movimento aplicado, com a magnitude de a resposta ser dependente do sistema real, compreender isso faz a diferença.

As vibrações mecânicas podem ser medidas em aceleração (unidade SImetros p/segundo ao quadrado), velocidade (unidade SI: metros p/segundo) ou deslocamento (unidade SI: metros).

 

O que é intensidade?

Em acústica e na música intensidade se refere à percepção da amplitude ou alcance da onda sonora. Frequentemente também é chamada de “volume” ou “nível de pressão sonora“.

Como ocorre com muitas outras grandezas, a percepção da intensidade pelo ouvido humano não é linear, mas logarítmica. Isso significa que o ouvido só percebe variações de intensidade como lineares, se as amplitudes variarem exponencialmente. Para facilitar a medição da pressão sonora em relação à percepção auditiva, utiliza-se uma unidade logarítmica: o decibel (dB).

A percepção da intensidade não é igual para qualquer frequência. O ouvido humano só consegue perceber sons entre aproximadamente 20 Hz e 20 000 Hz. Próximo a esses limites, a percepção sofre atenuação. A faixa de frequências em que a audição é mais sensível está entre 2 kHz e 5 kHz.

As propriedades da propagação do som são tratadas a partir das consequências das leis universais que compreendem o cosmo. O som pode ser descrito através de uma sequência de ondas sonoras, que são ondas de deslocamento, densidade e pressão que se propagam pelos meios compressíveis. Quando uma onda sonora se propaga através de qualquer gás, ocorrem compressões e rarefações de pequenos volumes do gás. Através da análise de quanto um elemento do gás modifica o seu volume e sua densidade, ou seja, a partir da análise das variações de pressão causadas pela onda mecânica sonora, é possível determinar a velocidade da onda naquele meio:

 onde, Β é o módulo da elasticidade volumétrico e ρ é a densidade do meio. Essas variações de pressão e densidade dão origem ao transporte de energia característico.

A intensidade sonora varia com a distância de formas bastante complexas, pois as fontes sonoras têm as mais diversas formas e emitem sons em apenas algumas direções. Isto somado ao fato de poderem ocorrer ecos (ondas sonoras refletidas) que se superpõem às ondas originais e torna a análise da propagação da onda sonora nada trivial.

 

Superposição de ondas sonoras

Para fins práticos, pode analisar-se a propagação da onda sonora de forma pontual e isotrópica, ou seja, que emite um som com a mesma intensidade em todas as direções. Algo que se assemelha muito com isso na realidade é uma explosão. Supondo que a energia mecânica das ondas sonoras é conservada enquanto elas se espalham a partir de uma fonte pontual, é natural imaginarmos as frentes de onda se propagando como uma esfera, que aumenta o seu raio de acordo com a velocidade da onda. Percebemos que toda a energia emitida pela fonte passa pela superfície da esfera. Assim, a taxa com que a energia das ondas sonoras se propaga de maneira esférica é igual à taxa à qual a energia é emitida pela fonte.

 

O que é densidade?

A densidade (também chamada de massa volúmica ou massa volumétrica) de um corpo define-se como o quociente entre a massa e o volume desse corpo. Desta forma pode-se dizer que a densidade mede o grau de concentração de massa em determinado volume.

Há uma pequena diferença entre densidade e massa específica. A massa específica, embora definida de forma análoga à densidade, contudo para um material e não um objeto é propriedade de uma substância, e não de um objeto.

Supõe-se, pois que o material seja homogêneo e isotrópico ao longo de todo o volume considerado para o cálculo, e que este seja maciço. Um objeto oco pode ter densidade muito diferente da massa específica do material que os compõem, a exemplo os navios. Embora a massa específica do aço seja maior do que a massa específica da água, a densidade de um navio – assumido uma estrutura “fechada”, é certamente menor do que a da água.

 

O que é ritmo ou pulsação?

Ritmo é um substantivo masculino com origem no grego rhythmos e que designa a sucessão regular dos tempos fortes e fracos em uma frase musical. Indica o valor das notas, de acordo com a intensidade e o tempo. Pode ser sinônimo de cadência (sons cadenciados) em intervalos de tempo periódicos.

O ritmo está ligado à música, mas também a outras formas de arte, como a poesia, por exemplo. Neste último caso, o ritmo controla a distribuição de sílabas compridas e curtas e a repetição dos tempos fracos e fortes de um verso, cadenciando a polaridade da frequência o que favorece a vibração e alcance da intensidade com alta ressonância e produção de energia no campo eletromagnético do ser humano, o que despertará seus centros energéticos ou chacras.

A palavra ritmo também pode ser usada para descrever a velocidade de alguma coisa. Ex: Nos últimos cinco minutos, a atleta aumentou o seu ritmo e ultrapassou todos os seus adversários. Algumas pessoas têm dúvidas relativamente à grafia desta palavra. Não sabem se a forma correta é ritmo, rítmo ou rítimo. Apesar de ser pronunciada como “rítimo”, a forma correta é ritmo, sem acento. No nível musical, o ritmo é – juntamente com a harmonia e melodia – um dos componentes essenciais de uma música. Diferentemente de outras artes, como as artes plásticas, a música ocorre dentro de um parâmetro temporal e o ritmo controla a sucessão de sons dentro do tempo, é muito importante sua conscientização e uso.

 

O que se entende por ressonância e qual sua importância?

É a tendência de um sistema a oscilar em máxima amplitude em certas frequências conhecidas como frequências ressonantes ou frequências naturais do sistema. Nessas frequências, até mesmo forças periódicas pequenas podem produzir vibrações de grande amplitude, pois o sistema armazena energia vibracional. Desta forma, num sistema no qual o canto define padrão de vibração e intensidade as demais vozes poderão modificar a frequência, ou seja, diversas pessoas cantando poderá irá impor uma maior corrente ressonante.

Um oscilador harmônico simples possui uma frequência angular natural relacionada com as características do sistema em questão. Quando o oscilador harmônico simples está sujeito a uma força externa periódica e contínua (música / canto – corrente vibracional “espiritual”), o denominamos de oscilador forçado. Dependendo da frequência dessa força, pode ocorrer efeito ressonante.

Interpretaremos em um primeiro momento a ressonância de maneira idealizada, ou seja, não levaremos em conta as perdas de energia ocasionadas por atrito, por exemplo. Então, de maneira simplificada, a ressonância ocorre em um sistema quando o mesmo está sujeito a uma força externa contínua e periódica cuja periodicidade está diretamente relacionada com a frequência natural do sistema. Nesse caso, o sistema produzirá grandes amplitudes.

Contudo, a realidade não é tão simples, existem algumas perdas de energia de período a período, a qual denominou de amortecimento (intervalos). Quando o amortecimento é pequeno, a frequência de ressonância do sistema é aproximadamente igual à frequência natural do sistema. Os sistemas possuem múltiplas e distintas frequências de ressonância e esse fenômeno ocorre com todos os tipos de vibrações ou ondas; mecânicas (acústicas), eletromagnéticas, e funções de onda quântica. Sistemas ressonantes podem ser usados para gerar vibrações de uma frequência específica, ou para obter frequências específicas de uma vibração complexa contendo muitas frequências.

A ressonância foi descoberta por Galileu Galilei quando começou suas pesquisas com pêndulos e cordas musicais no começo de 1602. Outros acreditam que Pitágoras foi o pioneiro no assunto muito antes durante sua vida entre 570 – 495 anos A.C. especialmente na investigação sobre teorias musicais.

 

O que é polaridade?

Polaridade é um atributo com dois possíveis valores. Em eletrônica, polaridade se refere ao tipo de carga (negativa ou positiva). Os elétrons e prótons possuem cargas elétricas com polaridades opostas, isto é, o elétron possui carga negativa (−) e o próton possui carga positiva (+).

Cargas de mesma polaridade ou sinal repelem-se umas às outras, enquanto cargas de polaridades opostas se atraem. Isso quer dizer que os fenómenos elétricos são manifestações de cargas elétricas que têm polaridades positiva ou negativa.

A identificação de polaridade com (+) ou (−) é uma maneira de se distinguir uma fonte de tensão. A polaridade pode ser identificada em circuitos de corrente contínua, porém em circuitos de corrente alternada, o sentido da corrente se inverte continuamente.

Adquirir consciência de que polaridade é um atributo para comparar uma fonte de tensão lhe dá a capacidade de explorar esses valores para alimentar os circuitos de correntes elétricas, e ascender na compreensão deste valor na vida. Na música essa consciência se revelará na harmonização dos acordes para aquecer a troca de tensões e alimentar a equação musical fundamental proposta ou perquirida.

Toda fonte de tensão de corrente contínua tem terminais positivo e negativo que estabelecem a polaridade no circuito. Assim, cada componente em um circuito CC (fusível, chave, carga, etc.) terá um lado de polaridade positiva (+) e um lado de polaridade negativa (-). A polarização de moléculas é causada pela polarização das ligações atômicas de elementos diferentes e pela distribuição geométrica dos átomos. Moléculas apolares são as que não possuem dois polos.

 

O que se entende por harmonia?

Trata-se de um conceito ou compreensão que se relaciona às ideias de belezaproporção e ordem. É o campo que estuda as relações de encadeamento dos sons simultâneos (acordes).

Tradicionalmente, obedece a uma série de normas que se originam nos processos composicionais efetivamente praticados pelos compositores e músicos.

A harmonia é, nesse contexto, a área da Teoria Musical que descreve e normatiza as relações de construção e encadeamento dos acordes dentro do sistema tonal.

Para os gregos a “arkhé” (princípio invisível da unidade) e a “phýsis” (princípio visível da unidade) – o Uno, se torna o “kosmos” – o Múltiplo, se articulando através de duas dimensões – ordem e caos.

Esse jogo dos opostos é a fonte da Harmonia Cósmica, dado que ela, a Harmonia, representa a qualidade de relação, ordenação e organização dessas dimensões inerentes ao “kosmos”. A partir da descoberta da relação matemática dos intervalos musicais, a harmonia (e a música como sua principal manifestação) passou a ser considerada como o princípio que organizava a transição do número absoluto, a Unidade, para os números diversos, a Multiplicidade, através da concordância entre os princípios opostos de ordem e caos.

É dai que surge o conceito de Harmonia das Esferas, tão característico dos pitagóricos. E este pensamento pode ser rastreado claramente nas práticas composicionais e teóricas da Harmonia européia. Para entender harmonia é necessário uma cosmovisão, ainda que possa estar desprovida de seu caráter metafísico mais evidente. Harmonia seria a qualidade cósmica que daria ordem e sentido ao jogo entre o caos – as dissonâncias, e a ordem – as consonâncias, vencendo sempre e afirmando-se necessariamente, a ordem ou consonância.

Quando começamos a entender a harmonia na sua dimensão técnica e “artesanal”, não podemos esquecer-nos que toda a sua construção reflete esse modo antigo de pensamento, que dá um caráter natural e necessário às construções e normas harmônicas. Arnold Schoenberg foi o primeiro a contestar essa visão de “legal” e “logicamente racional”, para ver a Harmonia (enquanto teoria) mais como um compêndio das práticas dos compositores históricos. Mas mesmo ele acaba cedendo ao caráter cósmico da ordem harmônica quando postula a conquista dos materiais da série harmônica pela estruturação histórica dos acordes.

A diferença nesse caso é sua contestação do princípio cósmico da dualidade e sua resolução ao princípio do Um (phýsis) ou série harmônica como repositório de todas as possibilidades harmônicas. Desse modo haveria para Schoenberg apenas “phýsis”, sendo que a ordem e caos eram apenas definíveis historicamente e não ontologicamente.

Harmonia enquanto conceito musical está relacionado com a emissão simultânea de diferentes frequências. Ela trabalha com as sonoridades resultantes da sobreposição de diferentes notas. Na harmonia tradicional, geralmente esses resultados são separados em consonantes ou dissonantes, porém essa classificação tem-se tornado cada vez menos maniqueísta. A harmonia pode ser entendida como o relacionamento vertical do som num pentagrama, enquanto a melodia e o contraponto cuidam do relacionamento horizontal das notas.

O conjunto de notas que uma tonalidade gera, através do princípio da sobreposição de terças, é denominado campo harmônico da tonalidade, ou o conjunto de acordes da tonalidade. Assim, por exemplo, em dó maior temos um campo harmônico com sete acordes gerados pelo esquema de sobreposição de terças na composição dos acordes. Cada acorde desse é um grau da tonalidade. Esses sete acordes são a totalidade de possibilidades harmônicas da tonalidade em questão. Cada acorde, individualmente ou em grupo, pertence a uma das funções especificadas acima. Assim, na tonalidade de dó maior, o acorde de dó maior representa função de repouso, e sol maior e fá maior as funções de movimento, respectivamente, de aproximação e afastamento. Temos, então, da junção das Teorias Funcional e da Teoria dos Graus, um campo harmônico com sete possibilidades de acordes no modo maior e treze no modo menor, porém com apenas três funções. Assim, cada função será representada por um acorde principal ou por acordes secundários (ou substitutos).

 

O que é energia?

Em ciência, energia (do grego έν dentro, εργον trabalho, obra, dentro do trabalho) refere-se a uma das duas grandezas físicas necessárias à correta descrição do inter-relacionamento – sempre mútuo – entre dois entes ou sistemas físicos.

A segunda grandeza é o momento. Os entes ou sistemas em interação trocam energia e momento, mas o fazem de forma que ambas as grandezas sempre obedeçam à respetiva lei de conservação.

É bem difundido – não só em senso comum – que energia associa-se geralmente à capacidade de produzir um trabalho ou realizar uma ação

O conceito científico de energia só pode ser entendido mediante a análise de dois entes ou sistemas físicos em interação. Quando dois sistemas físicos interagem entre si, mudanças nos dois sistemas ocorrem.

A interação entre sistemas físicos naturais dá-se, em acordo com os resultados empíricos, sempre de forma muito regular, sendo uma mudança específica em um deles sempre acompanhada de uma mudança muito específica no outro, embora estas mudanças possam certamente ser de naturezas muito ou mesmo completamente distintas.

Regularidades observadas na natureza expressam-se dentro da ciência mediante o estabelecimento das denominadas leis científicas. No que se refere à forma com que dois entes físicos interagem entre si, na busca da correta correlação entre as mudanças observadas nos sistemas viu-se a necessidade de estabelecer-se, para o correto cumprimento da tarefa, não apenas uma, mas duas grandezas físicas primárias independentes, cada qual associada a uma lei de conservação própria, leis estas inerentes a todos os sistemas físicos e que combinadas, permitem a correta descrição dos mesmos. Tais grandezas físicas são denominadas energia e momento.

Compreender a nossa capacidade natural de gerar energia e prover momento nos faz absorver nossas verdadeiras propriedades no universo, alcançado os mais nobres anseios de espiritualidade e de amor.

 

A consciência do cosmo e a energia fundamental

KUNDALINI

kundalini

 

 

Segundo o ensinamento tradicional sobre a energia kundalini, ela percorre a coluna central do corpo, do períneo até a coroa, sobe fluindo a partir da coroa, transbordando, derramando-se para baixo, reunindo-se nos pés e entrando novamente no corpo pelo períneo, criando um fluxo contínuo.

Essa é uma explicação da nossa ligação com o núcleo da Terra e com a Fonte. Desta forma, estamos ligados internamente à nossa Fonte e externamente ao planeta por meio de nossa centelha de luz divina que está agora despertando rapidamente o chakra do coração. Essa centelha de luz sempre existiu, e o chakra do coração está despertando ao redor dela. Nosso novo chakra desperto se localiza no centro da área do diafragma, na maioria das pessoas. Este portal de energia pode ser visualizado como um cristal esférico com 144 mil facetas. Está repleto de luz diamantina, que é nossa força vital e nossa ligação interior com nosso Criador. Ela, nossa centelha pessoal de luz divina, também é parte integrante do próprio ser de nosso criador.

Raios de luz diamantina são emitidos das facetas desse portal dimensional em todas as direções concebíveis, de modo que, independentemente da posição assumida pelo corpo, é mantida nossa ligação energética com o núcleo da Terra. Quando nos mexemos, nosso vínculo com o núcleo do planeta se muda para diferentes raios de luz, que estão sendo simultaneamente emitidos a partir do âmago de nosso ser. Esses raios de luz são pulsações ou ondas de energia. Já vimos à definição da palavra “luz” e perceberemos que tem total relação com frequência. A pura luz divina é a qualidade mais alta da frequência. Há vários níveis de intensidade (vibração) de frequência existentes em toda a criação. Há muitas oitavas nos acordes sagrados do teclado da frequência. Nossa realidade é uma composição musical de frequência ressoando a certa vibração, por nós chamada terceira dimensão. Abaixo de nosso mundo tridimensional encontramos uma cadeia de frequência fundamental que vibra a uma taxa mais elevada. Enxergar isso está além de nossa capacidade de visualizar fisicamente, todavia existe em nós e à nossa volta.

Nossa luz divina exclusivamente pessoal que emana desse centro diamantino cristalino presente no chakra do coração faz parte da frequência fundamental de nosso mundo tridimensional. Sobrepomos continuamente nosso corpo físico sobre esta assinatura vibratória pessoal, originada naquela minúscula centelha de luz divina da área do diafragma. Nossos corpos físicos encontram-se num processo ininterrupto de se criar a partir da frequência. Se nossa luz divina deixasse de criar nossa forma física durante um segundo que fosse, nós desapareceríamos. A frequência diamantina expressa por milhares de raios pulsando a partir de nosso centro é a verdadeira “coluna de energia” a nos ligar ao núcleo do planeta e à nossa Fonte. Nossos muitos raios de luz diamantina revezam-se em visitas ao núcleo do planeta, à medida que nos movimentamos de um lado para o outro durante os dias e noites de nossas vidas. Eles estão em movimento e fluxo ininterruptos.

O fato de que essa luz pulsa em todas as direções simultaneamente a partir do âmago de nosso ser também nos mostra como criamos o trabalho de malha de energia que liga todas as coisas e dele participamos. Tudo na criação está emitindo raios em todas as direções, entrelaçando-se energeticamente com tudo o mais. Os antigos maias tinham uma saudação que pode ser traduzida para: “Sou outro você.” Essa frase reconhece nossa inevitável ligação e nossa unicidade. De outra perspectiva, nossos corpos de luz são agrupados, criando uma realidade maior que existe na forma de consciência num nível diferente de consciência.  Quando um raio de luz atravessa o caminho de outro, temos uma interseção no sistema de malha. Há interseções incontáveis. Essa interligação é uma prova contundente de que sempre estamos ligados a Terra e a todas as coisas e de que somos todos unos. E o um que somos é a Fonte. Essa malha interligadora mantém e apoia o holograma por nós chamado realidade. É nosso vínculo entre a terceira dimensão e o “não-tempo, não-espaço.” Vocês gostariam de surfar nesta cadeia expansiva? Isso é possível.

Então, o que é a energia kundalini na realidade de hoje? Ela realmente sobe por uma coluna? Bem, ela pode fazer isso e já a sentiram subindo por uma coluna central do corpo. Mas pensem nela agora mais como uma onda e uma pulsação do que um fluxo – uma impregnação de frequência mais alta num dos raios de luz emitidos do núcleo cristalino do novo chakra do coração. Subsequentemente será sentida no corpo físico como uma onda de energia.  A kundalini já não se limitará a correr paralela à coluna espinal. Estamos passando a uma nova e expandida estrutura de tempo/espaço, em termos energéticos. Se estivermos preparados para esperar a kundalini tomar novos caminhos, será mais fácil integrarmos a nova energia que está inundando o planeta, e nos sentiremos mais à vontade à medida que nosso aparato de energia pessoal for aumentado.

A energia diamantina esférica central que habita cada um de nós (podemos chamá-la de Eu Superior) está agora iniciando novas experiências de kundalini. A kundalini evoluiu, tornando-se bidimensional. É uma ponte que podemos atravessar para atingir com segurança níveis mais elevados de frequência que acabarão nos tirando da terceira dimensão, levando-nos a um novo nível espiritual e existência física.

A kundalini está se tornando uma pulsação de energia intensificada e ampliada caminhando por uma das várias facetas do cristal de diamante esférico que é cada um de nós no âmago de seu ser. A kundalini agora se originará do centro do chakra do coração, no âmago de seu ser. Essa experiência será sustentada, fortalecida e orientada pela nova frequência que está chegando ao planeta. A energia nova que agora circunda o planeta tem consciência e apoiará a intensificação da frequência que precisa se integrar com seu corpo para transformá-lo. Essa nova frequência está entrando pelo portal diamantino existente no âmago de seu ser. A nova consciência da energia que flui da kundalini se tornará uma experiência comum neste planeta, pois é necessária à nossa evolução.

Pode-se considerar que sua natureza divina presente no âmago de seu ser exibe milhares de raios invisíveis de luz diamantina pulsando para fora, a partir de seu centro em todas as direções concebíveis. Nossa natureza divina, expressa em termos energéticos na forma de raios de luz, está sendo fortalecida e ampliada à medida que passamos a estados superiores de consciência no planeta Terra. A kundalini, a critério de seu Eu Superior, pode agora utilizar todas as radiações vindas do seu chakra do coração para elevar a frequência de seu corpo. A questão agora é, com que rapidez posso integrar essa nova frequência? Com que rapidez posso transformar o corpo físico? Como devo manejar toda essa energia?

 

PREPAREM-SE PARA ERA BRANCA NOVAS FREQUENCIAS

 A nova e expandida energia da consciência promovida pela Era Branca irá afetar a kundalini, ela se desenvolverá em nós vinda de todas as direções concebíveis, arrebatará cada um. Não ficará limitada à coluna espinal. Até mesmo nosso conceito de direção já não se aplicará, pois será um arrebatamento simultâneo, criando êxtase físico sem a sensação de nos deslocarmos daqui para lá. Simplesmente será. Lembram-se da frase: “Eu os enaltecerei?” Na verdade, ela se refere à elevação de nossa taxa vibratória que estamos desenvolvendo ao integrar com essas novas frequências.

Cada raio de frequência que emana de sua respectiva faceta de nossa esfera cristalina central é importante. Cada raio tem seu próprio acorde específico de frequência e seu próprio propósito. Somos, na realidade, um instrumento musical altamente organizado a tocar a música de Deus, e acabamos de receber uma canção nova para tocar. A kundalini tocará a música de Deus num raio específico, com um propósito específico para o corpo. Será um êxtase ouvido por todas as células do corpo na forma de música celestial. Essa canção os elevará.

O que está acontecendo é que os sete chakras estão se fundindo, tornando-se um único no âmago de nosso ser, sustentando o despertar do chakra do coração. Quando essa mudança ocorrer, nosso formato tradicional de chakra já não proporcionará o caminho para a energia kundalini, não existirá mais. Estamos evoluindo em termos energéticos. Essa importante alteração do sistema de chakras por sua vez ativará mutações e modificará o corpo físico. À medida que mudarem os acordes musicais do sistema de chakras, o corpo terá de mudar porque ele é criado a partir do sistema de chakras, é um resultado desse sistema.

Nosso corpo elétrico, chamado nosso corpo de luz ou sistema de chakras, está se modificando porque tem de se alinhar ao sistema de chakras maior de nosso Criador, do qual constitui apenas uma pequena parte. As necessidades evolutivas de nosso Criador estão passando por grandes mudanças, e nosso sistema de chakras começou a mudar e se reorganizar para se alinhar com a totalidade de sua identidade maior. Foi decretada uma grande mudança na consciência, um movimento rumo a um nível superior de consciência e capacidades espirituais.

As modificações que afetam a humanidade e o planeta em geral serão graduais. Acontecerão primeiro em nosso corpo elétrico ou de luz. Os corpos físico, mental e emocional não conseguiriam acompanhar uma mudança repentina demais em nosso sistema de chakras. Um processo gradual de mudança já começou e continuará ao longo dos próximos anos.

Surge um novo estado de compreensão e consciência, aos poderes imateriais. A Era Branca e a medicina da vibração, um conhecimento, que será de todos e que poderá afetar o corpo físico de várias formas até formar um novo corpo de luz, e que o recém-consolidado sistema de chakras, seja totalmente integrado ao físico.

 

Compreendendo os centros vitais no ser humano e como a música pode ativar e alterar os campos vibratórios destes centros.Frequências, cores, notas e chakras.

 

chacras

 

 A Era Branca nasceu com o objetivo de tratamento, cura e bem estar da humanidade. Foi desenvolvido através da intuição e inspiração divina revelada pelos espíritos, conectando a antiga sabedoria do Oriente com o conhecimento cientifico do ocidente.

A música é o elemento que irá harmonizar os sete chackas básicos do corpo humano através das frequências sonoras, promovendo o reequilíbrio das forças fundamentais e redistribuição de toda energia física, mental e espiritual para todas as partes do nosso corpo físico. Todos nós seres humanos somos compostos de múltiplos corpos mais sutis que se interconectam até o corpo físico. Ao alinharmos e equilibrarmos estes corpos em perfeita sincronia damos inicio ao despertar de uma nova consciência.

A música surge como uma ferramenta poderosa na harmonização dos chakras e revitalização do corpo físico. Quando harmonizamos o corpo físico os ensinamentos sutis dos planos mais elevados da consciência humana e divina interagem com maior fluidez, trazendo para nossa realidade física mais saúde, bem estar e espiritualidade.

Se nosso corpo físico não estiver em sintonia e harmonia com nossos sete chakras vitais que regulam e administram o fluxo de nossas energias para o plano físico, não há como nos abastecermos de energia, inspiração e vitalidade dos nossos corpos superiores acima do físico, pois este esta completamente desarmônico e fora de sincronismo com os corpos mais sutis.

Nosso método na medicina vibracional se efetiva na capacidade, de através da música, usar frequências chaves que possam reconstruir esta ponte de comunicação entre a matéria e o espírito.

Quando harmonizamos nossos chakras tratando-os com as canções desta coletânea de 10 CDs da Era Branca nosso fluxo de energia vital é redistribuído para outros chakras secundários e menores que irrigam todo nosso corpo físico, essa distribuição equilibrada de Energia, Prana ou Ki forma uma malha energética de proteção e blindagem contra as energias desarmônicas do universo.

Quando esta malha é danificada começa a surgir disfunções psicológicas, mentais, emocionais e comportamentais resultando por fim em doença que somatizada e se estabelece no corpo físico.

Com a harmonização dos sete principais chakras de nosso corpo alcançamos mais disposição, vitalidade e longevidade, isso sem sombra de dúvidas ampliará nossa capacidade psíquica e espiritual nos conduzindo para uma total reestruturação física, emocional, mental e espiritual.

Cada um destes sete Chakras também está ligado a um grupo de vértebras de nossa coluna, ao ressoar cada nota, acorde em determinada frequência, intensidade e padrão de força, implica na formação de um sistema de polaridade constante, no qual a densidade e ressonância se formam em nossa coluna criando energias diferentes e alternadas com forças sonoras que atingem a força fundamental de nosso organismo, os centros de energia cósmica. Isso nos abre novas possibilidades de aprendizado e cura.

Cada uma destas sete oitavas de frequências sonoras está em sincronismo com as oitavas da frequência de cores. Ao nos sincronizarmos com o SOM (as frequências) e a LUZ (as cores) entramos em uma oitava de frequência mais elevada que nos conecta com a consciência cósmica. Nosso corpo físico é como um instrumento musical, se soubermos tocar as notas chaves que ele carrega em seu interior podemos transformar completamente nossa realidade.

Ao transformarmos completamente nossa realidade damos inicio ao nascimento de um novo ser. Som e Luz em sincronia harmônica dentro do corpo humano constrói um novo ser ancorado no amor e no respeito pela diversidade de realidades existentes dentro da unidade eterna.

Quando isso acontece nasce então para o universo um novo homem Cósmico.

 

 

 

 

Os Chakras são centros de energia, que representam os diferentes aspectos da natureza sutil do ser humano. São eles: corpo físico, emocional, mental e energético. Os sete principais Chakras ficam localizados ao longo da coluna vertebral do corpo humano e, segundo a Tradição Hindu, seguem as cores do arco-íris. São 7 chakras ou centros vibracionais, bem como são 7 notas musicais e 7 cores primordiais.

A palavra “Chakra” vem do Sânscrito e significa “roda de luz”. Também chamada de “centro” ou “disco”. Os chakras ou chacras são pontos estrategicamente energéticos que possuímos dentro do nosso corpo. Esses pontos distribuem a energia através de canais que nutrem órgãos e sistemas. Possuindo então uma ligação sutil com o mundo astral.

Os chakras provém da filosofia Yoga que é um conceito ao qual se refere a tradicionais disciplinas do corpo físico e mental que se originaram na índia. Está associada às práticas meditativas do budismo e do hinduísmo.

A palavra “yoga” significa controlar ou unir, o que tem relação à união de corpo e mente por meio de atividades de diversas práticas que trazem conforto físico, boa postura, controle mental de ideias e também a tranquilidade e controle de depressão e ansiedade.

São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde a uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a “prana”, flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado – e disso resulta o envelhecimento ou a doença.

Para que o chakra esteja em seu fluxo é preciso alinhar os sete centros energéticos, é possível fazer isso por meio da utilização de ativação dos campos sensoriais e emocionais do paciente: apresentar cores referentes aos chakras, entoar mantras (cantar), ouvir música, dançar, receber massagens e outras diversas formas podem ativar o campo vibratório dos chakras.

O objetivo é colocar todos os sete chakras em fluxo e manter suas rotações originais em seus pontos determinados para que a energia flua e possa então promover a circulação de vitalidade em todo o seu corpo físico, mantendo a aproximação com o mundo astral de forma energética saudável.

Algumas maneiras requerem se abrir um chakra por vez, trabalhando gradualmente uma forma combinada de diversos métodos esotéricos.

A Era Branca incentiva a ativa-los todos no mesmo processo utilizando a corrente de força telúrica que a música traz em si para permitir o fluxo de energia na kundalini irrigando todos os centros. São sete principais chakras ao todo: quatro na parte superior, que governam nossas propriedades mentais; e três na parte inferior, que guiam nossas propriedades instintivas.

 

As cores associadas a cada um dos chakras é uma formação das forças cósmicas e vitais, que são representadas por um acorde ou nota na escala musical, que vai de C (Dó) à B (Sí). A aplicação terapêutica das cores chama-se cromoterapia, e que era muito utilizada antigamente pelos egípcios, que assumiam perfeito conhecimento sobre a psicologia das cores e suas variações, na música utilizavam a musicoterapia para realizarem suas transmutações.

Na musicoterapia a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, são conduzidos em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicasemocionaismentaissociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento (cura).

A cromoterapia era uma forma de tratar alguns tipos de doenças físicas e mentais. De acordo com estudos sobre a propriedade terapêutica das cores deduz que elas são divididas em 03 (três) principais grupos, as cores quentes e estimulantes: vermelho, laranja e amarelo; cores de equilíbrio: verde e cores frias e tranquilidade/calmantes: azul e violeta. A cromoterapia por sua vez traz a aplicação das cores no dia-a-dia para equilibrar, estimular de forma mental, espiritual e emocional. Já em relação aos chakras às cores também trazem essas mesmas funções, porém, cada um representa o ponto de energia determinado a tais funções energéticas. Uma cor é essencialmente uma manifestação material da realidade espiritual, que se dá na presença da “Luz”.

No atendimento espiritual realizado no Santuário Santa Clara a utilização das cores e da musicoterapia são de fundamental importância durante o processo de cura.

 

Desvendando os chacras

Os chakras são contados de baixo para cima, como uma serpente que vai do final da coluna ao topo da cabeça, como é tido na consciência da energia da Kundalini. Vejamos cada em deles:

 

 

7º Chakra

  1.  Elemento: Maha Tattva (o Grande Elemento) no qual estão presentes todos os outros elementos na sua forma purificada.
  2.  Forma: Círculo.
  3.  Cor: Violeta.
  4.  Som: Aum, e posteriormente sem som, Silêncio.
  5.  Nota Musical: Si.
  6.  Nº de Pétalas: 972.
  7.  Corpo: Átmico.
  8.  Raio: 1º – Vontade ou Poder.
  9.  Glândula: Pineal.
  10.  Princípio Fundamental: Essência Pura.
  11.  Palavra-chave: Intuição.

 

Sahasrara: Significa “Multiplicado por mil”, é o sétimo e último chakra. Representa a consciência interior e todas as dimensões dela, inteligência e ligação com o divino. É o encontro de Kundalini com Shiva. Representa o cosmos, as estrelas, inteligência da criação e a manifestação. A cor representativa é o multicolor, ou lilás e dourado. E constrói a junção de todos os elementos. Pedras mais usadas: Quartzo Branco, Ametista, Diamante, Fluorita. Representa nossa ligação com o Alto, a Energia Superior, o Universo. A sua função principal é evoluir, ascender e se aprimorar como ser humano. Percebemos o Chakra Coronário em desequilíbrio quando apresentamos falta de inspiração, confusão, tristeza relacionada à falta de esperança, alienação ou hesitação em servir ao bem comum.

Situado na zona superior da cabeça, coroando a mesma. O talo deste vórtice termina na glândula pineal. Localiza-se no topo da cabeça, prolongando-se mais acima. É a abertura para a Consciência Universal. Quando este Chakra é expandido potencializa a produção de melatonina. Através do Coronário, a Luz e o Amor cósmico fluem para os outros centros energéticos, os quais distribuem para todos os órgãos do corpo. As cores associadas a este chakra são: violeta, lilás, roxo, branco, prateado ou dourado. O elemento associado é: os pensamentos e a vontade. Rege a glândula Pineal, córtex cerebral, sistema nervoso central, olho direito. Governa o cérebro superior. Está associado ao mundo espiritual e à ligação com o Divino.

Tem como gemas e minerais associados: a ametista, alexandrite, diamante, sugilite, fluorite púrpura, cristal de quartzo, selenite. Este Chakra associa-se à ideia de jejum e também às frutas e vegetais de cor violeta e púrpura.

Indica como qualidades e lições a aprender: unificação do Eu Superior com a personalidade humana, união com o infinito, vontade espiritual, inspiração, unidade, sabedoria e compreensão divina. E ainda, idealismo, serviço voluntário (desinteressado), percepção além – espaço e tempo, e conformidade de consciência. Pode manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: falta de inspiração, confusão, depressão, alienação, hesitação em servir, senilidade.

 

6º Chakra

  1.  Elemento: Maha Tattva (o Grande Elemento) no qual estão presentes todos os outros elementos na sua forma purificada.
  2.  Forma: Círculo.
  3.  Cor: Azul Índigo.
  4.  Som: Om.
  5.  Nota Musical: Lá.
  6.  Nº de Pétalas: 96.
  7.  Corpo: Personalidade e Lótus Causal.
  8.  Raio: 5º – Conhecimento Concreto.
  9.  Glândula: Pituitária.
  10.  Princípio Fundamental: Conhecimento da Essência, conhecimento do plano divino, intuição, acesso às verdades subtis graças ao total “auto abandono” a Deus. Neste plano deixa de existir vontade humana – o ser segue a vontade de Deus.
  11.  Palavra-chave: Compreensão.

Ajna: Significa “sentir” e “controlar”, é o sexto chakra e representa o terceiro olho, que está diretamente associado à visão, intuição, inspiração, sentidos e percepção. É o chakra da imaginação e da percepção, “os olhos da mente”. A cor representativa é o violeta ou azul índigo. O elemento principal é o éter. Pedras mais usadas: Sodalita, Azurita, Lápis Lazuli, Cianita. Representa a mente e a intuição. A função dupla desse chakra faz com que ele seja um dos mais difíceis de manter o equilíbrio, pois o excesso de uma característica leva à falta da outra. Quando em desequilíbrio, pode desencadear falta de concentração, medo, cinismo, tensão, pesadelos, e excesso ou falta de sono. Também é recorrente ter um acúmulo de pensamentos.  Localiza-se no centro da testa entre as sobrancelhas. É conhecido como 3º olho ou 3ª visão. O seu talo enerva-se passando pela zona média da glândula hipófise e continua até terminar no espaço compreendido entre a 1ª e a 2ª vértebras cervicais. O elemento associado é a luz. Rege a glândula pituitária, o olho esquerdo, o nariz e orelhas. Está associado à telepatia, clarividência, intuição e desenvolvimento mental. Quando expandido dá visão interior, inspiração e a habilidade de se conhecer a si próprio. Governa o cérebro inferior (cerebelo), o olho esquerdo, os ouvidos, o nariz e o sistema nervoso central. É Responsável pela Visão.

Os minerais e gemas associados a ele são: o lápis-lazúli, azurite, sodalite, cristal de quartzo puro, safira, turmalina. Os alimentos que lhe são benéficos são os de cor azul ou púrpura, frutas e vegetais. Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: realização da alma, intuição, “insight”, imaginação; clarividência, concentração, paz de espírito; sabedoria, devoção, percepção para além da dualidade. Pode manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: falta de concentração, medo, cinismo, tensão, dor de cabeça, problemas nos olhos, pesadelos e demasiado deslocamento deste mundo.

 

5º Chakra

  1.  Elemento: Éter.
  2.  Forma: Lua Cheia.
  3.  Cor: Azul-turquesa.
  4.  Som: Ham.
  5.  Nota Musical: Sol.
  6.  Nº de pétalas: 16.
  7.  Corpo: Mental.
  8.  Raio: 3º – Inteligência Activa.
  9.  Glândula: Tiróide.
  10.  Animal/Totem: Elefante com uma tromba.
  11.  Órgão de Acção: Boca.
  12.  Órgão dos Sentidos: Pele.
  13.  Sentido Predominante: Audição.
  14.  Ar: Udana – favorece o transporte do ar para a cabeça e contribui para a produção do som.
  15.  Princípio Fundamental: Conhecimento, ressonância da essência, alegria.
  16.  Palavra-chave: Criatividade.

 

Vishuda: Significa “purificação”, é o quinto chakra e representa a sonorização, a vocalização e som. Representa a expressividade e a voz interior. Associa-se ao “aum”da criação, a sincronia e harmonia. A cor representativa é o azul. Seu elemento principal é o eletro. Pedras mais usadas: Água Marinha, Quartzo Azul, Turquesa, Larimar. Tem ligação com a maneira que cada um se expressa. A função principal desse chakra é o se expressar. Por isso, a autoexpressão e a comunicação são as palavras-chaves dele. Ajuda a relacionar e exteriorizar o que sentimos e o que pensamos. Percebemos que o chakra Laríngeo está em desequilíbrio quando apresentamos problemas na comunicação – geralmente a falta dela – o uso insensato do conhecimento e a falta de discernimento. Nesse caso, a pessoa pode falar demais ou dizer bobagens por querer esconder o que sente. Num outro extremo, pode tender a falar pouco e “engolir sapos”.

Situado na base do pescoço, localiza-se na garganta. O seu talo pode terminar aí, como pode, ter conexões variáveis. Rege a glândula tiróide – hipotálamo, aparelho brônquico e vocal, pulmões e canal alimentar. Está associado ao mundo da comunicação, expressão, audição e todos os usos do som e da palavra. Quando expandido, podemos expressar sentimentos de forma clara, harmoniosa e bela, evocando realidades superiores. É responsável pelo rejuvenescimento e longevidade. É a passagem, o caminho que as emoções contidas no coração necessitam atravessar para serem harmonizadas, conduzindo à expressão do seu poder e vontade.

As suas funções incluem a criatividade, receptividade, habilidade para comunicar, discurso, som, vibração, comunicação. Tem como gemas e minerais associados a turquesa, a celestite, o topázio azul, a sodalite, o lápis-lazúli, a água marinha, a azurite e a ryanite. Os alimentos benéficos são: as frutas e vegetal azul e púrpura.

Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: poder da palavra falada, verdadeira comunicação, expressão criativa no discurso, na escrita, nas artes. Integração, paz, verdade, conhecimento, sabedoria, lealdade, honestidade, confiança, amabilidade, gentileza. Pode manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: problemas na comunicação e/ou discurso, excesso de uso insensato do conhecimento, ignorância, falta de discernimento, depressão e problemas da tiroide.

 

4º Chakra

  1.  Elemento: Ar.
  2.  Forma: Estrela de 6 pontas.
  3.  Cor: Verde.
  4.  Som: Yam.
  5.  Nota Musical: Fá.
  6.  Nº de Pétalas: 12.
  7.  Corpo: Intuitivo.
  8.  Raio: 2º – Amor e Sabedoria.
  9.  Glândula: Timo.
  10.  Animal/Totem: Antílope.
  11.  Órgão de Acção: Órgãos genitais.
  12.  Órgão dos Sentidos: Pele.
  13.  Sentido Predominante: Tacto.
  14.  Ar: Prana, manifestado na forma do ar que respiramos, rico em iões negativos, portadores de vida.
  15.  Princípio Fundamental: Mantém o equilíbrio entre os três Chakras inferiores e os três superiores; sensibilidade generosidade, perdão, alegria e união.
  16.  Palavra-chave: Compaixão.

 

Anahata: Significa “ileso”, é o quarto chakra e representa a amplitude, tranquilidade e está principalmente relacionado ao espirito divino. Representa o infinito, união do equilíbrio, terno e profundo da compaixão e união. A cor representativa é o verde e o rosa. Seu principal elemento é ar. Pedras mais usadas: Quartzo Rosa, Quartzo Verde, Turmalina Melancia, Esmeralda. Simboliza o centro das emoções. Esse chakra é o centro do amor e sabedoria nas relações emocionais. Gera estabilidade e confiança, além de trabalhar as manifestações reprimidas e as feridas emocionais. Quando o chakra cardíaco se mostra em desequilíbrio, pode gerar repressão do amor, instabilidade emocional, sensação de opressão e/ou peso no peito.

Localiza-se no centro do tórax entre os mamilos (no meio do peito na área do osso esterno). O seu talo atravessa o plexo cardíaco e termina no espaço compreendido entre a 1ª e 2ª vértebras dorsais.

A cor associada a este Chakra é o verde (cor secundária, pirite). O elemento associado a ele é o ar. Rege a glândula Timo, responsável pelo sistema imunológico que funciona perfeitamente quando harmonizados os restantes Chakras, glândulas endócrinas, coração, sistema circulatório, nervo vago e sangue, braços e mãos. Associado ao coração e ao amor abnegado pela transcendência do ego e do julgamento. As suas funções são amor e paz incondicional; dá a capacidade de amar a si próprio e aos outros incondicionalmente. Dá fundamento à força – vida do Eu Superior.

As gemas e minerais associados a ele são a esmeralda, turmalina verde e rosa, malaquita, jade verde, aventurina verde, crisopásio, quartzo rosa, rubi. Os alimentos que lhe são benéficos são as frutas e vegetais verdes.

Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: Amor Divino/incondicional, perdão, compaixão, compreensão, equilíbrio, consciência de grupo e união com a vida. Aceitação, paz, abertura, harmonia, contentamento. Pode manifestar, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, como qualidades negativas, as seguintes características: repressão do amor, instabilidade emocional, desequilíbrio, problemas de coração e circulação.

 

3º Chakra

  1.  Elemento: Fogo.
  2.  Forma: Triângulo.
  3.  Cor: Amarelo.
  4.  Som: Ram.
  5.  Nota Musical: Mi.
  6.  Nº de Pétalas: 10.
  7.  Corpo: Astral ou Emocional.
  8.  Raio: 6º – Devoção e Idealismo.
  9.  Glândula: Pâncreas.
  10.  Animal/Totem: Carneiro.
  11.  Órgão de Acção: Ânus.
  12.  Órgão dos Sentidos: Olhos.
  13.  Sentido Predominante: Visão.
  14.  Ar: Samana, energia que reside na parte superior do abdómen, na região umbilical. Ajuda o sistema digestivo e faz circular o sangue.
  15.  Princípio Fundamental: Desejo, emoção, sentimento, vontade, afirmação de si.
  16.  Palavra-chave: Poder.

 

Manipura: Significa “jóia brilhante” ou “sol”, é o terceito chakra e representa a nossa firmeza, vontade e ações. Está associado ao fortalecimento, energia, liberdade, poder e florescimento, sustentação e ego, a cor representativa é o amarelo. Seu principal elemento é fogo. Pedras mais usadas: Citrini Amarelo, Cristal com Enxofre, Topazio Imperia, Calcita Amarela. É onde “mora” o ego de cada um, representa a força do indivíduo. Suas funções primordiais são o poder e a vontade. Também mostra como está nossa digestão (de situações), nossos humores e controle. Quando o Plexo Solar está com excesso energético pode gerar egoísmo, egocentrismo, fúria, medo, ódio e dificuldade em assimilar/digerir. E quando está com baixa energia à pessoa fica apática, sem força de vontade e insatisfeita. Situado na zona do plexo de mesmo nome, ligeiramente acima do umbigo. Este vórtice é composto de três camadas sobrepostas, subdividindo-se desta maneira em três partes: solar interno, a nível da pele; solar médio, a cerca de dois centímetros acima da pele; e solar externo, a cerca de quatro centímetros da pele, ou seja na superfície do corpo etérico.

Em situações de relativo repouso, esses três vórtices parciais mantêm-se nessa forma; somente sob condições particulares eles se separam e podem aparecer com três bocas alinhadas, ou seja, uma ao lado da outra, sobre um mesmo plano horizontal. Destaca-se que, no caso desse conjunto, dentro da forma circular tem-se uma sub-forma romboidal. Todo esse conjunto possui um talo complexo, que atravessa o plexo solar e termina sempre na coluna vertebral, entre a 8ª e 9ª vértebras dorsais. Localiza-se por cima da boca do estômago (acima do umbigo e abaixo do osso esterno, no peito).

A cor associada a este Chakra é o amarelo. O elemento a ele associado é o fogo. Rege todos os órgãos localizados na barriga: fígado, vesícula biliar, pâncreas, supra-renais, músculos e estômago e ainda o sistema nervoso. Está associado ao poder. Dá a vitalidade e força para exprimir emoções e para ter integridade. Tem como função vitalizar o sistema nervoso simpático bem como os processos digestivos, o metabolismo e as emoções.

As gemas e minerais a ele associados são a citrina, o topázio dourado, o âmbar, o olho-de-tigre, a calcita dourada e o ouro. Os alimentos benéficos: os amidos, e as frutas ou vegetais amarelos.

Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: vontade, poder pessoal, autoridade, energia, controle do desejo, auto-controle, brilho (esplendor), calor humano, despertar, transformação, humor, riso, imortalidade, tomar mais do que se pode assimilar ou usar, demasiada ênfase no poder e/ou identificação, fúria, medo, ódio, problemas digestivos.

 

2º Chakra

Elemento: Água.

Forma: Círculo com um crescente lunar.

Cor: Laranja.

Som: Vam.

Nota Musical: Ré.

Nº de Pétalas: 6.

Corpo: Etérico (Mente Instintiva).

Raio: 7º – Ordem e Cerimonial.

Glândula: Gónadas.

Animal/Totem: Crocodilo.

Órgão de Acção: Mãos.

Órgão dos Sentidos: Língua.

Sentido Predominante: Paladar.

Ar: Apana Vayu, energia descendente que assegura as funções de eliminação (urina), que expulsa o esperma do órgão masculino e empurra o feto para fora do útero maternal. Rege, também, as menstruações.

Princípio Fundamental: A criatividade, a reprodução da essência divina, a procriação, a família. Palavra-chave: Sensualidade.

 

Swadisthana: Significa “lugar próprio”, é o segundo chakra e representa a natureza em sua forma dual, estando ligado a fluidez e ao fluxo, a cor representativa é o laranja. É o fluxo principal da energia e força vital. Está associado aos desejos, prazer, emoções, sensações e principalmente equilíbrio. Seu principal elemento é água. Pedras mais usadas: Jaspe, Ágata de Fogo, Granada, Coral. Tem ligação com a criatividade e a vitalidade. As funções principais do chakra sacro são sexualidade, vitalidade e criatividade. Ele corresponde à nossa autoestima, à energia sexual e à expressão do “eu” através da sexualidade e/ou criatividade.

É no centro energético do bem-estar físico, do prazer e da realização que se percebem as mágoas, sentimentos de culpa e medo (pecado). Quando este Chakra está em desequilíbrio pode gerar dificuldades sexuais, ausência de objetivos, sentimento de impotência, confusão, ciúme, inveja ou desejo de possuir. Impacta diretamente no desejo e na vontade de viver, alcançar outros patamares, enfrentar desafios e viver o presente. Localiza-se logo acima dos órgãos reprodutores, acima do osso púbico.

O seu talo atravessa o plexo de mesmo nome (que, na anatomia, é uma ramificação do solar) e vai terminar na zona compreendida entre a 1ª e a 2ª vértebras lombares. Rege os órgãos reprodutores, ovários, testículos, próstata, genitais, baixo-ventre, bexiga, vesícula. Está associado à sexualidade, criatividade, procriação, sensualidade, capacidade de sentir emoções, contentamento, assimilação dos alimentos, força física e vitalidade.

É o portal por onde adquirimos a sensibilidade de perceber as emanações subtis e vibrações dos seres e do ambiente. As gemas e minerais a ele associados são a turmalina, coral, calcite dourada, âmbar, citrina, topázio dourado, aventurina pêssego. Quanto aos alimentos que lhe são benéficos: líquidos, frutos e vegetais laranjas. Este Chakra conhecido como “sacro” indica como qualidades e lições a aprender: dar e receber, emoções, desejos, prazer, entrega sexual/passional, movimento, assimilação de novas ideias, saúde, família, tolerância, trabalhar harmoniosa e criativamente com os outros. Pode ainda manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: exagerada indulgência com a comida ou sexo, dificuldades sexuais, confusão, ausência de objetivos, ciúme, inveja, desejo de possuir, impotência, problemas uterinos e/ou de bexiga.

 

1º Chakra

1. Elemento (Tattva): Terra.

2. Forma: Quadrado.

3. Cor: Vermelho.

4. Som (Bija Mantra): Lam.

5. Nota Musical: Dó.

6. Nº de Pétalas: 4.

7. Corpo (Kosha): Físico.

8. Raio: 4º – Harmonia através do Conflito.

9. Glândula: Supra-renais.

10. Animal/Totem: Elefante com sete trombas.

11. Órgão de Acção (Karma Indriya): Pés.

12. Órgão dos Sentidos (Jnana Indriya): Nariz.

13. Sentido Predominante: Odor.

14. Ar (Vayu): Apana Vayu, energia descendente que assegura as funções de eliminação (urina), que expulsa o esperma do órgão masculino e empurra o feto para fora do útero maternal. Rege, também, as menstruações. 15. Princípio Fundamental: Encarnação, Consciência física.

16. Palavra-chave: Segurança.

Muladhara: Significa “Suporte” ou “raiz”, é o primeiro chakra e representa o mundo material e a essência física, a cor representativa é o vermelho. Representa a energia que dá força, está associado ao instinto de sobrevivência. Seu principal elemento é terra. Pedras mais usadas: Turmalina Preta, Quartzo Fumê, Ônix, Hematita. A sua função é a sobrevivência, que inclui a própria segurança e as necessidades físicas básicas, tais como comer, beber e dormir, além do prazer (sexo) e do abrigo (segurança). Quando está em desequilíbrio, pode gerar insegurança, falta de “gana”, atitudes mais violentas, ganância ou fúria. A pessoa ainda apresenta uma demasiada preocupação com a própria sobrevivência, tensão, o “viver para ter”. Localiza-se na base da coluna ou cóccix. O seu talo atravessa o plexo pélvico, o hipogástrico, e termina entre a vértebra sacra e a primeira coccigeana. Rege o sistema locomotor, as glândulas supra-renais, rins, coluna vertebral, cólon, pernas e ossos. Está associado a terra e à matéria, à vitalidade, à saciedade dos desejos, ao fundamento (dar bases), coordenação física e sobrevivência. Dá vitalidade ao corpo físico. É à força da vida, da sobrevivência, auto-preservação e instintos.

As gemas e minerais a ele associados são o rubi, a granada, a hematite, o jaspe sanguíneo, a turmalina preta, a obsidiana, o quartzo fumado. Quanto aos alimentos que lhe são benéficos: as proteínas (carne e peixe, não são recomendados), frutos e vegetais vermelhos.

Este Chakra indica como qualidades e lições a aprender: assuntos relacionados com o mundo material e o sucesso, o corpo físico, o domínio do corpo as base (fundação), individualidade, estabilidade, segurança, imobilidade, tranquilidade, saúde, coragem e paciência. Pode também manifestar como qualidades negativas, se a pessoa estiver funcionando numa baixa vibração, as seguintes características: egocentrismo, insegurança, violência, ganância, fúria; demasiada preocupação com a própria sobrevivência; tensão na coluna e prisão de ventre.

 

A prática para alinhar e ativar os chakras pode ocorrer também através da regulação da boa postura corpórea, dos exercícios meditativos, massagens, dos exercícios de visualização, de respiração, e como já comprovado através dos sons – ou da música (harmonia x vibração x frequência), o que poderá energizar os sete pontos ou alguns deles.

Por meio destes caminhos e prática de conscientização se chega a uma técnica antiga de concentração, o objetivo é adquirir controle sobre o corpo e mente e mantê-los em perfeito equilíbrio através do alinhamento e ativação de cada um dos pontos localizados pelo corpo do fim da coluna ao topo da cabeça, para um equilíbrio físico, mental, astral e espiritual, portanto o alinhamento entre o ser humano e o cosmos.

Conhecer estes centros de energias pode ser proveitoso, pois ajuda a buscar o equilíbrio e desafia as pessoas a se auto superarem. Para que isso aconteça, é preciso investigar qual chakra encontra-se em desequilíbrio, ou seja, com excesso ou falta de energia. A partir do momento que enxergamos o negativo e a crise como parte de um processo, iniciamos um movimento de auto aperfeiçoamento, que representa um impulso para o movimento, o crescimento, o aprendizado e a evolução.

A maneira ideal de saber como estão nossos chakras é através do autoconhecimento ou da percepção do campo magnético vibracional do ser.

Mas como às vezes a autoanálise é difícil, a nossa ferramenta é a orientação dos seres despertos (espíritos conscientes que guiam a luz nas trevas).

A interpretação energética ou a medição dos chakras pode ser feita por um terapeuta que domine o olhar holístico ou compreenda os princípios cósmicos ou quânticos universais, assim ele poderá mapear o que está em desequilíbrio através da analise da aura e do campo vibracional magnético do ser humano.

É importante entender que os “opostos”, como o excesso e a falta energética, completam-se. Isso significa que eles funcionam como sinalizadores, mostrando onde não estamos sendo verdadeiros conosco e em que aspecto pode melhorar.

Para equilibrar e ativar cada um dos chakras utilizamos a medicina vibracional que através da música tem nos dado resultados excelentes e este é um presente dos céus para humanidade, não dispensando a meditação e os outros caminhos para iluminação dos centros de energia vital e da consciência do ser humano para sua ascensão hierárquica no universo.

 

 

Os 12 signos do Zodíaco e sua relação com as 12 notas da oitava musical

 

zodiaco

 

Áries – Dó

Touro – Do#

Gêmeos – Ré

Câncer – Re#

Leão – Mi

Virgem – Fá

Libra – Fa#

Escorpião – Sol

Sagitário – Sol#

Capricórnio – Lá

Aquário – Lá#

Peixes – Si

 

Os graus dos signos (de 0 a 30) são microafinações. O grau 15º de cada signo corresponde à afinação temperada. O que comprova que os planetas não avançam por saltos, senão progressivamente, pelo que se deve afinar suas vozes com exatidão.

As oitavas que correspondem a cada planeta começam em Plutão, o mais lento e distante dos planetas conhecidos à região mais grave: situada na 1ª oitava do piano, e por ordem descendente segundo sua velocidade, até chegar à Lua, o corpo mais rápido e próximo e a mais aguda: 5ª, 6ª e inclusive 7ª oitava, segundo alguns postulados.

O Meio do Céu é o volume mais alto e o Fundo do Céu o mais baixo. O ascendente e o descendente são os volumes médios. O quadrante oriental é o estéreo esquerdo; o ocidental o direito. Assim, o Fundo do Céu é o Sul (Som de estéreo espacial quadrifônico).

Cada signo emprega um timbre adaptado a suas características energéticas, por exemplo: Áries é impetuoso e marcial (trombetas, címbalos e contrabaixos). Escorpião é misterioso e tétrico (sons abissais). Libra é doce e comedido (sonos de flautas, harpas e suaves violinos).

A partitura começa pelo ascendente, como um relógio, porém em sentido inverso, e termina de novo nele. Cada grau do círculo é uma parte do compasso de 5/4. Cada cinco graus é um compasso, pelo que o número de compassos de cada círculo (volta da Carta) é 72. Setenta e dois (72) compassos completam o círculo. O tempo é larghetto. Cinco segundos por compasso. Portanto, cada volta são 360 segundos. O Tempo é Ouro.

Os acordes que interpretam os planetas surgem de suas relações trigonométricas ou espectrais com os demais, variando suas formas segundo sejam baseados em quadraturas, trígonos e etc; guardando total paralelismo com os acordes da música ortodoxa: acordes maiores, menores, diminuídos, ampliados, sextas e sétimas.

A Música é alimento do espírito, pois é um insubstituível veículo para o contato da Alma com a Essência da abstração vibrante, a pulsação da vida, o ritmo da divindade do Cosmo, que existe e nos dá o Ser.

Sem embargo, ouvir a tradução sonora das posições planetárias de nosso nascimento é compreender na sublime linguagem da Música muito mais acerca das energias do plano astral e de suas contradições, dissonâncias, magníficos e tremendos acordes que levamos dentro sem sabê-lo.

Tudo na Natureza são Yin e Yang; as forças planetárias não poderiam ser menos. Pois, são nossas cartas natais (externo) e livros do destino (interno), assim podemos encontrar, junto a vibrações elevadas, acordes tenebrosos, junto a flores, canhões (por exemplo, isto seria Vênus oposto a Marte, Libra oposto a Áries, ou a Essência oposta ao Ego). Porém, sempre com uma sutilidade tão mística e própria de nosso Ser Interno, que superará qualquer discurso.

As dimensões planetárias e suas gigantescas forças, que mantêm tais bestiais massas flutuando em seus giros de perfeição admirável, estão contidas na astromúsica, sendo elas a chave de sua magia sonora. Parece mentira que tantos milhões de toneladas possam dançar no vazio, como se não fossem nada. Este é o mistério da Astromúsica, se pudemos assim definir.

Compreender a interdependência da astrologia com a música pode ser uma grande terapia de autodescobrimento, pois os acordes planetários de nossa carta astral nos revelam nossas íntimas energias, servindo de complemento a interpretações astrológicas e psicológicas.

Recomenda-se a audição de músicas ligadas ao signo ou arquétipo original do ouvinte com fones de ouvido corretamente colocados em estéreo (direita-esquerda nos ouvidos corretos), comodamente sentados ou deitados na direção leste ou norte (Meio do Céu), isso poderá trazer excelentes resultados. Assim, o que se busca é aproveitar as energias telúricas para maximizar o resultado da audição das músicas.

Existem notas musicais de diversos tipos dentro de cada um de nós. Há uma nota particular para tudo. A nota particular de nossa vida cotidiana, resultado de nossos alimentos, do ar e das impressões. A nota particular para partir deste para o mundo dos mortos ao sermos desencarnados. As 7 notas musicais de nossos 7 chacras, ou as nossas 7 igrejas, a que ressoa em nossa coluna vertebral, com a transmutação mental completa e definida. A nota musical psicológica que reflete nosso estado interior de acordo com o trabalho que estamos desenvolvendo na morte do Ego, e que observamos na Escada Maravilhosa de consciência do Ser. A nota fundamental de nosso ser interior profundo, que é a “síntese musical” de todas as notas das diversas partes do Ser.

Sendo assim, cada um de nós tem uma nota musical que lhe é característica e particular, e que depende do estado psicológico e, por consequência de seu nível de consciência de Ser para que haja a manifestação desta nota em cada um de nós, para saber realmente como se encontra nossa situação interna ou interior.

Essa informação nos serve para também afirmar que podemos mudar a nota. Uma nota Dó caracteriza as pessoas identificadas com tudo o que as rodeia, com o cotidiano, com tudo o que lhe provoque reação. E quanto mais reações nos provoque algo ou nos mova, é porque em nosso interior, no fundo mesmo onde nem nós mesmos nos imaginamos, há uma besta furibunda, um Ego ao qual há que quitar-lhe sua força e deixar de dar o alimento que lhe goste: Sair pela tangente sem mais nem menos, como faz o homem que usa o instinto.

À medida que avançam na escala musical (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si), as pessoas vão sendo diferenciadas com um tom menos grave ou mais agudo, com uma beleza peculiar, fazendo também com que subam os bemóis e os sustenidos etc.

Muitos de nós também ignoramos que na hora da morte há uma nota musical característica que ao tocá-la os Anjos da Morte podem nos desencarnar, portanto, é nesse momento que se corta nosso Antakárana ou Cordão de Prata.

Cada mulher e cada homem são uma estrela, e também uma harmonia de notas, as quais serão gratas ou não, na medida em que tivermos feito grandes mudanças e notáveis progressos.

As notas musicais também se encontram em nosso APARATO DIGESTIVO, o qual vai processando o ar, a comida e as impressões quando nos relacionamos com os demais em nosso diário viver. Nos processos do sistema digestivo, o alimento vai formando os “hidrogênios psíquicos”. À medida que o hidrogênio vai se tornando de melhor qualidade com a Transformação das Impressões e os Choques de Consciência, inclusive da nossa energia sexual transmutada, os hidrogênios vão passando para uma oitava superior e se transmutando em hidrogênio Si-12, o qual é o “alimento predileto” da Kundalini, a serpente ígnea de nossos mágicos poderes. Ela, a Cobra Sagrada, nos permite tocar com destreza a Lira de nossa coluna vertebral.

O Anthakarana nos conecta com a Música das Esferas. Dessa forma, um homem equilibrado, trabalhando entusiasmadamente na Morte do Eu, transformando suas impressões, alimentando sabiamente a Serpente dos Mágicos Poderes, despertando-a com os vapores divinais crísticos, pode conduzir-nos para nos converter em Notas Musicais Solares, em um Artista da Sagrada Música das Esferas: donde as ideias arquetípicas dão origem às Sagradas Causas da Existência de Todo o Ser Vivente.

Por isso, há que se alterar a NOTA nas circunstâncias da Vida, se por exemplo, alguém envia para você algo desagradável, transforme essa situação em algo doce e suave. Ou, alguém provoca em você repulsa, ira, protestos etc., receba-o com um gesto de doçura ou ternura. E ainda, se alguém não compreende sua postura, desative sua reação porque você não encontrará sua nota discordante, solta e baixa, senão uma nota superior, o olhará com doçura, com compreensão e tolerância.

O objetivo maior da vida é cultivar a Nota Superior do universo, a nota musical do AMOR. Já nos foi dito que o Amor Transcende Tudo porque é uma Nota Superior, um sentimento superior. Qualquer gesto que demonstre amor, ternura, perdão, compreensão, respeito, veracidade, cordura e, sobretudo, mística devoção pode semear uma nota distinta, um Nível de Nota Superior.

Trabalhar com esta chave é também Morrer nos Defeitos, é tirar os alimentos do Ego Animal e do Desejo. Todos os dias, com entusiástica disciplina, sem descanso, como nunca antes o fizemos, a perseverança é o prêmio do Sábio. São as notas musicais em nossos chacras, as quais na realidade que dão o Coro Angelical de nossas Igrejas Íntimas toda vez que estivermos trabalhando na Morte, no Novo Nascimento e no Sacrifício pela Humanidade.

 

 

A estrutura da Música e

sua relação com as formas universais

(geometria sagrada)

Conta à lenda como  a Orfeu foi dada uma lira de Apolo. Ao tocar sua lira, Orfeu produziu harmonias que se juntaram a toda natureza em paz e alegria. Inspirado por esta tradição órfica da música e da ciência, Pitágoras realizou talvez o primeiro experimento do mundo da física.

Arrancando cordas de comprimentos diferentes, Pitágoras descobriu que as vibrações do som ocorrem naturalmente em uma sequência de tons inteiros ou notas que se repetem em um padrão de sete anos.

Como as sete naturais cores do arco-íris, a oitava de sete tons – como já dito, toda a Criação – é um canto da matriz de frequências que pode ser experimentado com som, cor, matéria, e estados de consciência.

Essa correlação de som, matéria e consciência é importante. Já está provado que a consciência humana imprime o espaço e a matéria do universo. É nossa intenção que dá a direção e a qualidade de Criação. Essa matriz da Criação está esperando por nós para que entoemos o som mais harmonioso do cosmo, o amor, o som do próprio universo em uma forma perfeita idealizada.

 

A música de formas atômicas

Os sólidos universais, formas básicas da Geometria Sagrada, são cinco, de formas tridimensionais e  geométricas, nas quais todas as faces são iguais. E cada sólido representa um dos cinco elementos da criação, como segue:

1. Tetraedro – Fogo – 04 faces

2. Cubo – Terra – 06 faces

3. Octaedro – Ar – 08 faces

4. Dodecaedro – Éter – 12 faces

5. Icosaedro – Água – 20 faces

Estes cinco sólidos compõem a dança alquímica dos elementos e da própria Criação. Essa compreensão em nível de consciência pode despertar à introdução ao poder espiritual do som.

Segundo o estudioso, Michael Helios, que segundo alguns, foi um assistente reencarnado da Atlântida, as proporções musicais e escalas de tons correspondentes possuem ampla relação com cada uma das formas dos sólidos universais. Ele deixou sintonizado seu teclado para frequências específicas para atingir proporções exatas. Durante suas apresentações, ele toca as escalas e geometrias de cada forma, sem revelar aos seus ouvintes qual a forma geométrica que ele estava brincando. Os participantes meditaram sobre cada peça que ele estava jogando e, em seguida descreveram, quais as formas tinham experimentado. Os resultados foram extraordinários. Todos os sólidos universais foram corretamente percebidos, sentidos e “vistos” em cada uma das cinco meditações musicais. Essa é uma boa experiência para perceber o poder de transmissão musical e seu potencial de criação especificamente para reutilização. Isto é exatamente o que os antigos místicos e cientistas sempre nos dizem!

 

A forma humana e sua relação com o dodecaedro e o Universo

Esta forma pode ser vista como representante da ordem dos céus e também a mediação perfeita entre o infinito e o finito – a esfera e o cubo. Então, vamos olhar mais de perto este desenho acima como um exemplo das formas da geometria sagrada que permeiam à criação.

Podemos ver a simplicidade e a complexidade do dodecaedro em sua relação de formas, talvez possamos intuir o resto. E através da nossa compreensão da relação com o dodecaedro, talvez possamos começar a perceber o nosso lugar dentro da Canção Divina que é a Criação.

O dodecaedro é composto de doze faces pentagonais. Ele representa o quinto elemento sagrado, a potencialidade divina conhecida como “éter”. Simbolizado pelo numero 05. Considerando que o dodecaedro é composto por faces de cinco lados, é fascinante que os pesquisadores em física quântica, dos E.U.A. e França concluíram recentemente que, com base em medições de ondas cósmicas remanescentes do chamado “Big Bang”, o universo em si é um Dodecaedro! Além do fato de que existem cinco sólidos universais e cinco correspondentes elementos básicos da vida, isso comprova que toda a raça humana se junta nestas mesmas proporções sagradas.

Para o corpo físico, com os braços e as pernas abertas, é revestido por um pentagrama, com o quinto ponto a estar no topo da cabeça e os órgãos reprodutivos no centro exato. E cada um desses pontos também se relaciona com o número cinco: cinco dedos na extremidade de cada braço, cinco dedos em cada perna, e cinco vagas na cara. Além disso, cada um de nós possui cinco sentidos de percepção física. Assim, a proporção média de Ouro do cosmos está nos templos do nosso corpo estreitamente alinhada com a harmonia musical da quinta.

Se pudermos imaginar a forma do dodecaedro pentagonal, desta música que é o universo, juntamente com a geometria do pentagrama do corpo humano, encontramos inerente tanto uma parte divina e um potencial para a perfeição harmônica. O universo e a humanidade são geometrias que cantam.

 

Quinta Musical e sua relação com Phi

Para acompanhar esta discussão, primeiro precisamos saber que a média de Ouro e do Pentagrama estão intimamente relacionadas. Para os ângulos das cinco faces de um pentagrama se encontram numa relação de exatamente 1,618 – a taxa média de Ouro, conhecida matematicamente como Phi.

O quinto é o intervalo mais sagrado encontrado na música e tem um efeito poderoso sobre a harmonização do sistema energético humano. É o primeiro harmônico que soou por cordas dedilhadas, e é o que dá a nota de sua profundidade e beleza. Seu som sagrado é a marca do canto gregoriano. De fato, a música mais divinamente inspirada, incluindo as de culturas indígenas e as da New Age ou Era Branca, onde se constrói em torno do intervalo musical de quinta.

Esta conexão de geometria e música é bem indicada por Goethe, que disse: “arquitetura sagrada é música congelada”. O mesmo é verdadeiro para a “arquitetura” do corpo humano.

Pitágoras foi quem primeiro descreveu o intervalo de quinta que passou a ser universalmente reconhecido por sua beleza. “É uma expressão arquetípica da harmonia que demonstra” encaixando “do microcosmo e macrocosmo, em um todo indissociável. O quinto é um som bonito, porque demonstra como o universo funciona.”

E na construção, juntamente com os dos outros intervalos musicais, nos projetos de catedrais e templos, que os arquitetos também estão a construir com base nos efeitos dos intervalos de quinta em que as proporções sagradas são baseadas.

Estes efeitos, imediatamente sentidos como harmonioso, poderoso e de reconciliação com o cosmo, podem ser experimentados em primeira mão, quando se entra numa catedral gótica ou um antigo templo egípcio. Estar tão dentro de um espaço nos ajuda a acessar outras dimensões da consciência. É a mesma experiência que é alcançada através do ouvir, tocar ou cantar música sacra.

 

O círculo de quintas e os Chakras

Ao aplicar os princípios de progressão para os harmônicos da quinta, vimos o círculo das quintas: a sequência musical que prefigura o relacionamento harmônico do sistema energético humano, ele delineia o sistema de chakras do corpo humano.

Como sabemos cada chakra é uma roda energética, que cada um é composto, de som e cor, uma mandala literal de geometrias.

Os tons musicais e cores estão associados com os chakras, aplicar-lhes o círculo das quintas representa empreender um sistema muito complexo do que a progressão tradicional, linear. E é interessante notar que na cura pelo som, as conexões entre esses “harmônicos” chakra refletem uma forte correspondência entre as nossas questões ou doenças. Por exemplo, no Círculo de progressão de quintas, o chakra da raiz (sexualidade, sobrevivência e dinheiro) está diretamente ligado ao chacra da garganta (nossa expressão, falando nossa verdade). Desta forma, trabalhando nesse nível de entendimento com esses dois chakras, podemos curar problemas de sobrevivência.

Também na compreensão dos intervalos de quintas, temos que a escala musical está relacionada com a Geometria Sagrada, para a progressão musical, é um paralelo exato com a sequência de Fibonaccim (outro ser humano inspirado que nos revelou tal conhecimento universal).

Como se sabe, a sequência de Fibonacci começa com o número 1, e continua somando os dois números anteriores. Assim, o segundo número na sequência também é 1, então 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144 e assim por diante. E um gráfico desta sequência quase coincide exatamente com o gráfico em espiral da sequência de Ouro. Um deles é finito, o outro infinito. Lembrando uma das leis cósmicas universais. “Como acima, assim abaixo”. Fibonnaci percebeu que a ramificação natural, a floração, e as formas em espiral na natureza seguem leis uniformes as mesmas encontradas em escalas musicais e por sua sequência matematicamente prevê que todos os intervalos compõem os acordes da música.

 

Platão, o descobridor dos sólidos “universais ou platônicos”, acreditava que a música era a mais forte das influências de toda a vida. Em seu tratado, ele descreve a criação (vibracional-musical) numérica do universo físico e da alma que a anima. Ele convidou seus alunos para ativar os santuários e templos sagrados da Terra, com música sacra, empregando “coros perpétuos”, a fim de fazer eco das harmonias do Coro Celestial.

A República de Platão descreve o cosmo como sendo realizado em conjunto por oito spinning (giros) “voltas”, como uma roda gigante girando com oito tecelões femininos a soar o tecido da Criação. Cada uma das voltas contém um planeta. E em cada planeta é uma sereia que canta sua nota particular e emite sua cor específica.

No trabalho do astrônomo e místico alemão Johannes Kepler (1571-1630), centrado sobre os cinco sólidos platônicos ou universais, suas relações harmônicas e como essas formas se relacionam com as órbitas planetárias e as frequências de som, verificou-se o tom musical dos planetas individuais e as escalas musicais dos movimentos planetários. Como relatórios de Stephen Hawking, Kepler foi ainda capaz de determinar que “os quatro tipos de vozes são expressos nos planetas: soprano, contralto, tenor e baixo.”

Ao encontrar a música do cosmos, Kepler mostrou que as formas de vida na Terra, seguem os mesmos princípios harmônicos como aquelas encontradas nas estrelas.

Conhecimentos semelhantes saíram da tradição hermética, que viu seu ressurgimento ocidental no início do segundo milênio. Durante este tempo, centenas de catedrais góticas eram construídas por toda a Europa, todas inspiradas por este conhecimento hermético Oriental que tinha acabado de ser redescoberto pela ordem mística conhecida como os Cavaleiros Templários. Na escavação do Templo de Salomão em Jerusalém, os Cavaleiros Templários descobriram cofres dos artefatos escondidos e pergaminhos que descreviam as ciências alquímicas da geometria sagrada e da arquitetura e sua relação com o som, astronomia e genética. Relíquias sagradas também se diz que foram encontradas, incluindo a Arca da Aliança, o Santo Graal, e os segredos relacionados com Maria Madalena e uma linhagem de Santos.

Inspirados por este material, as grandes catedrais góticas, incluindo Chartres, Notre Dame, Salisbury, St.Denis e Cluny, foram projetadas e construídas utilizando os princípios da geometria sagrada e acústica harmônica.

 

Medicina vibracional

Música remédio que cura

 Medicina vibracional é um conceito que sugere que devemos estudar os fenômenos biológicos sob a ótica da física quântica. Esse método trata os desequilíbrios antes que eles se tornem doenças instaladas, e ajuda a controlar problemas crônicos e de difícil solução.

A medicina vibracional utiliza formas específicas de energia para atuar de forma positiva sobre os sistemas energéticos, que possam estar desequilibrados. Ao reequilibrar os campos de energia que ajudam a regular a fisiologia celular, a medicina vibracional, procura restaurar a ordem a partir de um nível mais elevado do funcionamento humano.

Busquemos entender que a energia e a matéria são duas manifestações diferentes da mesma substância universal. Essa substância universal é a energia ou vibração básica, da qual todos nós somos constituídos. Assim, a tentativa de se curar o corpo através da manipulação desse nível básico energético ou vibracional da substância é por nós chamado de Medicina Vibracional.

A prática plena da Medicina Vibracional, executada na Era Branca pela equipe do Santuário Santa Clara, procura tratar os doentes, transformando a consciência humana, atuando sobre os padrões energéticos que dirigem a expressão física da vida. Conclui-se que a própria consciência é uma espécie de energia, que está integralmente relacionada com a expressão celular do corpo físico. Assim, a consciência participa da contínua criação da saúde ou da doença.

Por isso a conduta do pensamento, a constituição organizacional do comportamento, a expansão da consciência é que acabam determinando porque algumas pessoas permanecem sadias, enquanto outras estão sempre doentes.

Entende-se por prática da Medicina Vibracional, a aplicação de terapias coordenadas e conjuntas com análises profundas das crenças, valores, referenciais, paradigmas e todas as questões que envolvem o Ser com as Leis Naturais, e procura sempre levar o paciente em direção a Deus, que é o fundamento de tudo.

Cada corpo de luz de dimensões superiores está ligado a uma estrutura celular, através de uma complexa rede de fios energéticos. Essas energias da rede vital permitem que as forças vibracionais superiores se manifestem no corpo físico, por meio de seus efeitos orientadores, sobre os padrões de crescimento celular e sobre a expansão da consciência humana.

Essa rede multidimensional permite que energias de diferentes características vibracionais fluam para o interior do corpo e influenciem os processos fisiológicos, tanto no nível celular, como no nível do organismo geral. Estas energias sutís que com frequência entram no sistema vital, passam por transformadores redutores especializados, a fim de poderem integrar-se apropriadamente à matriz celular.

Esses extraordinários centros conhecidos como Chakras, processam energia vibracional de frequências específicas. Através do nosso notável sistema endócrino, os chakras transformam em manifestações biológicas os inputs vibracionais dos corpos etérico, astral e de outros corpos de dimensões superiores.

As glândulas endócrinas são parte de um poderoso sistema-mestre de controle, que influencia a fisiologia do corpo desde o nível de ativação dos genes até o do funcionamento do sistema nervoso central. Os chakras que são transformadores de energias entrantes no organismo físico, portanto, tem a capacidade de afetar o nosso comportamento e disposição de ânimo, através das influências hormonais sobre a atividade cerebral.

Significa dizer que, quando a energia que penetra no sistema cerebral através dos chakras é de natureza anormal e inadequada, se estabelece o desequilíbrio, principalmente quando estes chakras não conseguem se auto corrigir, selecionando as energias que integram o sistema, causando sérias avarias no estado de consciência, e, especialmente, no que diz respeito à natureza emocional das pessoas.

Neste caso relaciona-se o estado interior de cada Ser, à qualidade de energia que cada um capta do Universo para viver, sendo que o equilíbrio emocional interior depende, parcialmente, do perfeito funcionamento dos chakras e dos corpos sutis (aura).

Ficam perfeitamente estabelecidas as ligações e o caminho da energia vital, desde o cosmos aos chakras, estes aos corpos sutis que ligam-se ao cérebro, que influencia o sistema emocional, que altera o sistema endócrino, que causa avarias no sistema imunológico, daí as doenças como consequência do desequilíbrio energético pleno.

A Era Branca apresenta uma nova medicina, a que cuida da essência das doenças. Aquela que se utiliza da vibração e dos conteúdos do processo quântico universal para através da música, remediar o corpo físico. Música é conhecimento em ação.

A música nobre tem a sua origem na vida espiritual. Sendo a causa de um pensamento que se manifesta através da intuição ou inspiração.  De acordo com a sua elevação (pureza espiritual) transforma-se em uma ponte, propiciando um estado de emoção, sensibilidade e alegria.

Quando a música consegue aportar esta ponte com o imaterial, se dá o início das transformações das frequências em nossos arquétipos e em nossas células matrizes. O teor de cada palavra, cada nota musical, cada melodia e cada harmonia nos aproximam ou nos distanciam do equilíbrio.

A música pura nos mantém em estado de alegria e profunda paz interior, ocupando os espaços vazios em nossa mente e nosso coração.

É desta forma que somos elevados a um estado de comunhão com as Forças Superiores.

A música com suas combinações e forças da poesia (palavras em ação) e harmonia (melodias e padrões) promove a alteração dos estados emotivos, da experimentação do nada (escuridão da individualidade) e da consciência da realidade (todo), esse é o nosso melhor medicamento. O remédio de todo dia.

A união destas forças que a música apresenta altera o estado da vibração de partículas quânticas do espirito no corpo físico, da luz na densidade, o que ativam as partículas do campo magnético do ser. Este processo de alteração do estado vibracional irradia os centros energéticos do homem e da mulher, favorecendo o aumento da energia vital e a propulsão da aura, o que alimenta todo o corpo físico, promovendo a cura e a sanidade de todos os órgãos do corpo, também a música trabalha e promove o reordenamento dos arquétipos fundamentais, dando consciência ao espirito na experiência do processo da vida, e gerando os poderes supra mentais.

Há anos que a música vem sendo associada à terapia. Elementos musicais são aplicados no tratamento de determinadas doenças. O som, como sabemos, é uma forma de energia que se manifesta de várias formas, cujas frequências podem ressonar em objetos. A música pode ser considerada uma sofisticação da energia sonora, envolvendo tons e ritmos das mais variadas formas. Cada nota musical traz, em si, uma frequência de som que, segundo alguns estudiosos, carrega um estado vibratório. A melodia resultante dessas frequências resulta num certo tipo de vibração. Então podemos dizer que cada música tem um determinado “estado energético” e pode influenciar os elementos ao seu redor.

Alguns músicos acreditam que estejam conectados a algo maior quando recebem inspiração para compor. Conhecemos bem o efeito que música tem principalmente sobre nossas emoções e o poder que ela tem de induzir estados emocionais. Por isso, cada vez mais ela vem sendo usada em terapia de doenças psíquicas, associada ou não a técnicas corporais. Também pode ser aplicada para melhorar a concentração e conduzir a estados meditativos. Não há dúvida que a música gera bem estar, mas o contrário também pode ocorrer, alguns tipos de ritmos musicais podem gerar desconforto emocional e físico. Alguns estudiosos creem que a combinação de notas musicais gera um padrão vibratório com poder de atuar em nossa energia. Desse modo, podemos ter músicas com padrões mais densos e outras mais sutis.

A vida é um processo de ampliação da consciência e da luz, logo, o conhecimento transforma o sofrimento em paz, a intolerância em respeito e a agonia em harmonia. A morte só altera as circunstâncias do destino da nova vida, o processo continua.

Num mundo de dor a informação pode curar, a depender do nível vibratório da luz que se encontra no interior de cada ser humano. Cada vida ensina como atingir paz e harmonia, aumentando sua energia vital, tornando-os imortais. Felizes e sãos aqueles que compreendem as leis do universo.

Há dois caminhos consciência (luz e verdade) ou sofrimento (inocência e escuridão). A reencarnação é o único processo que transforma um ser humano denso e rígido que habita a baixa vibração do medo em um ser humano etéreo que vive na mais alta frequência do amor e do conhecimento cósmico, Deus.

A aplicação da medicina vibracional determina uma mudança, uma transmutação da consciência e da mente, ou seja, o caminho da consciência da luz para escuridão.

 

O foco da medicina vibracional é a transmutação mental

 

A Mente, também como os metais e os elementos, pode ser transmutada de estado em estado, de grau em grau, de condição em condição, de pólo em pólo, de vibração em vibração. A verdadeira transmutação hermética ou universal é uma Arte Mental. A palavra transmutar significa mudar de uma natureza, forma ou substância, em outra; ou seja, transformar. E da mesma forma, transmutação mental significa a arte de transformar e de mudar os estados, as formas (arquétipos) e as condições mentais e sentimentais em outras.

Conforme o primeiro princípio, se o universo é mental na sua natureza, a transmutação mental pode ser considerada como a arte de mudar as condições do Universo, nas divisões de matéria, força e mente. Promover essa transmutação mental é o nosso objetivo com essa informação e com a música. Para darmos inicio a essa compreensão precisamos dar conhecimento de temas, leis, padrões e mecanismos fundamentais do universo para entendimento do processo quântico de cura através da música proposta pela Era Branca.

 

Exposição e descrição passo a passo de como a música é utilizada na cura e à intervenção metafisica através da medicina vibracional

 

Em alguns casos, quando a doença já está somatizada no corpo físico é necessária uma intervenção cirúrgica metafisica ou até física.

O procedimento de cura se inicia quando o paciente chega ao local de realização da cura (santuário), seguindo as orientações previamente agendadas para estar ali (jejum, dieta e medicação).

Ao adentrar o salão principal (pátio das energias) é recebido pela assistência física do santuário que lhe coloca na condição de paciente submetendo-o ao questionário de avalição de condições de saúde mental, física ou espiritual (prontuário). Após, seu pedido é encaminhado ao altar de orações, ali se estabelece o auxilio, e mérito espiritual para obter a cura ou conscientização.

Num segundo momento, os dois médiuns encarregados da Era Branca através de fenômeno quântico fazem a leitura da energia vital e da aura do paciente.

Identificam-lhe o arquétipo fundamental: é ofertado ao paciente uma poesia (que é a leitura do seu campo eletromagnético ou aura) e uma música que marca sua carga magnética e seu padrão original, em seguida outras canções são executadas e entoadas (compreendidas pelos pacientes).

Se inicia o estado de transmutação da energia do corpo físico com a ativação do campo eletromagnético que desencadeia a energização dos chakras e o aumento da energia vital. Que passa a irrigar todo o corpo físico e iluminar o espírito dando lhe consciência do imaterial.

O procedimento de intervenção desenvolvido no Santuário Santa Clara é dividido em três partes: a primeira é a terapia musical, a segunda o Tai chi (ginástica da alma) e a terceira a cirurgia (intervenção metafisica no campo do períspirito com alteração das formas arquetípicas e frequências).

O tratamento de cura no projeto Era Branca se dá mediante agendamento prévio, as cirurgias são realizadas aos sábados tendo início às 13:30 horas  até  18:00 horas.

 

Após, recepção e preenchimento do prontuário, o paciente inicia o tratamento.

 

Primeira parte (Terapia Musical)

 

 

No tratamento com a música são cantados e entoados os mais diversos estilos de músicas, de acordo com a necessidade de cada paciente (após leitura dos arquétipos por parte dos médiuns encarregados da revelação da Era Branca). Ao paciente é imprescindível despertar sua capacidade de perceber a verdade cósmica (o efeito da música) e se beneficiar de sua magnitude (alteração de estados físicos, emocionais, psíquicos e quânticos), para ativar seus chakras fundamentais, gerando energia nos seus centros de força. É uma oportunidade de trabalhar as emoções e a sensibilidade de cada um, procurando tomar consciênciado processo da vida entendendo-se como parte do todo. Esse momento único é quando a cura começa na alma, é o início das alterações dos arquétipos, transformados através das mudanças nos padrões vibratórios e frequências que  a música e o ambiente promovem em cada paciente.

 

Segunda Parte (Tai Chi Chuan)

 

 

Um breve momento para concentração, onde se abrirá a linha do Oriente, durante esse tempo, serão trazidas algumas palavras da vida espiritual para despertar a consciência universal, a partir de mudanças individuais. Posteriormente inicia-se a ginástica da alma, onde aprendemos a nos relacionar com Deus, através dos movimentos corporais e do equilíbrio.

 

Terceira Parte (Cirurgia Espiritual)

 

 

A cirurgia é realizada pelo espírito do Dr. Ângelo (Bispo e médico) que viveu na França no século XVIII.

Uma vez chamado para a sala de cirurgia, o paciente é deitado numa maca e o grupo mediúnico, previamente orientado pelo plano espiritual, vai se ocupar dos procedimentos operatórios. Vale destacar que toda a instrumentação cirúrgica é usada, mas sem qualquer corte na pele.

A cirurgia é realizada pelo médium diretor dos trabalhos (sob a exposição das músicas ou mantras determinados para cada cirurgia), utilizando um bisturi que tem um corpo espiritual mais longo que o corpo físico. Isso permite que o órgão afetado pela doença possa ser alcançado e trabalhado, sem que a pele ou a carne do paciente tenham qualquer marca. Alguns exames médicos já realizados em pacientes operados no Santuário mostram que o órgão doente e trabalhado  pode apresentar cicatrizes sem que a região externa apresente qualquer lesão.

 

Durante toda experiência de cura, especialmente durante o procedimento cirúrgico, o paciente perceberá a egrégora de amor fraterno e respeito que reina no Santuário. Após a cirurgia, o paciente receberá orientações de orações e cuidados pessoais a seguir.

É indispensável destacar que todo o trabalho do Santuário é gratuito, sem exigir, sugerir ou manipular o paciente a qualquer cobrança de dinheiro, doações ou bens. O Santuário não aceita doações.  Da mesma maneira, nenhum vínculo religioso ou moral é estabelecido entre o Santuário e o paciente. “Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.” Mateus 10:8.

Cada paciente receberá a cura de acordo com seu merecimento pessoal, de acordo com os esforços individuais para empreender uma nova jornada ou ainda, com a infinita bondade divina.

A importância do Cantar e entoar os mantras e poesias sagradas

A música e o canto estão sempre em nossa vida diária. Isto foi assim ao longo dos tempos, até os dias de hoje, o canto sempre esteve em destaque.

A arquitetura sagrada empregada nas catedrais medievais refletem as propriedades acústicas específicas que foram incorporadas a consciência do ser humano, desde os tempos de coros perpétuos mantidos pelos monges até os dias de hoje. Sabendo da importância dos sons e do canto, estes sempre estiveram e estão relacionados com todas as potencializações de energia dos seres humanos. Essa força silenciosa vem sendo explorada para alterar estados quânticos da nossa sociedade, sem sequer nos darmos conta disso.

O autor John Michell, que pesquisou a tradição de “coros perpétuos” na Grã-Bretanha antiga, relata que esses corais foram mantidos em pelo menos três locais: Glastonbury, Stonehenge, e Llantwit Major no País de Gales. Juntos, esses locais formam a borda de um círculo na paisagem, com o centro em um local chamado Whiteleafed Druid – velho carvalho.

Michel descobriu que estes locais sagrados eram equidistantes uns dos outros, e que suas posições individuais corresponderam aos pontos de nascer e pôr do sol, as proporções sagradas.

Isto posto, cantar ou entoar as notas nos locais certos, com frequência e intensidade ideais repercutem no cosmos, e os coros pretendiam isso, com a ressonância e densidade de muitas vozes. Com base nesta mecânica é que as catedrais, centros e locais sagrados foram estabelecidos, para que o canto e os sons pudessem ser potencializados dentro da equação divina das sagradas proporções e princípios.

Da mesma forma, locais sagrados de outras culturas também foram estabelecidas em relação geométrica entre si, e foram mantidos com música sacra e canto, sincronizado com as estações e os ciclos cósmicos.

Nisso tudo reside à importância que deve ter o ser humano para se ajustar no tempo, ritmo e vibração da música ou do canto para se utilizar conscientemente das grandezas e potencialidades que podem agregar ao nosso campo vibracional e nosso corpo físico.

 

FINALIZANDO

COMO LIDAR COM AS NOVAS FREQUÊNCIAS DA ERA BRANCA

 

Esperamos que o objetivo deste projeto tenha sido alcançado. Que a comunidade científica, que a imprensa, que o Estado, que a Medicina e todo aquele ser humano que se deparar com este conhecimento possa analisa-lo sob o contexto cientifico de exercício de consciência (verdade), e naturalmente fazer a sua seleção do que é e do que parece ser!

Mesmo considerando o desafio de provar os efeitos da medicina vibracional, é fundamental que haja flexibilidade para aceitar esses novos paradigmas científicos e investiga-los extensivamente para validá-los ou rejeitá-los, com provas definitivas.

O verdadeiro espírito científico é uma honesta busca da realidade, por mais improvável e impalpável que ela pareça ao primeiro olhar, e nisso certamente caminhamos ao longo da vida aqui neste planeta.

Portanto, para finalizar deixaremos algumas sugestões de como lidar com essas novas frequências e viver plenamente a Era Branca.

 

Alimentos: Ingiram em porções pequenas: frutas, verduras e alimentos naturais, chás e muita água pura. Uma pitada de bicarbonato de sódio dissolvido em água ajudará na indigestão causada pela entrada de excesso de frequência na área do diafragma/estômago por meio do despertar do chakra do coração. Evitem drogas recreativas. Louvem e agradeçam o seu alimento.

Música: O remédio que pode ajudar a equilibrar as frequências. Ouçam com moderação e critério. Música com boa melodia e poesia potencializam os efeitos da harmonia.

1.Fazer exercícios aeróbicos, que fazem a pessoa mexer o corpo todo em movimentos amplos (como dançar ao ritmo de uma música alegre) podem ajudar muito. Os que levam vida sedentária, recusando-se a mexer o corpo não vão se sentir muito bem. O Tai Chi Chuan ou a Yoga tem essa finalidade de exercitar e equilibrar.

 

2.Cantar ajudará bastante a equilibrar as frequências de seu corpo em particular. Deve ser sua voz, pois ela encerra seu padrão pessoal de energia. É como suas impressões digitais. Sua canção será aquela sua parte mais intimamente relacionada com a frequência! Vocês podem cantar até equilibrar a nova frequência em seu corpo. Quanto mais cantarem, mais bonita ficará sua voz. Conseguem cantar e dançar ao mesmo tempo? Isso será muito eficaz.

3.Banhos, a água tem um imenso poder de equilibrar as energias. Sempre que sentir necessidade tome um banho, lembre-se a água possui propriedades universais e seus efeitos estão longe de serem descobertos pelo homem.

4.Se vocês estiverem muito nervosos para dormir à noite, um chuveiro quente removerá o excesso de energia de seu campo energético.

5.Curtos períodos de repouso durante o dia, quando necessário, serão importantes. Alivie sua mente e descanse o corpo físico nos horários em que as temperaturas não permitirem um dia normal.

 

Agora, mais do que nunca, é importante ser impecável. Qualquer distorção de frequência em seu campo em consequência de um lapso em sua integridade (mental e espiritual) provocará um acidente sem importância, como esbarrar em alguma coisa, ou fará se sentirem mal. Portanto, por favor, comportem-se.

As novas frequências estão aqui. Estão afetando todos no planeta, e os que não entendem o que está acontecendo poderão achar que estão doentes ou a caminho de um colapso nervoso. Mantenha sua frequência na corrente silenciosa do amor. Utilize a música para energizar seu corpo físico e transmutá-lo, tenha boas vibrações, cultive bons pensamentos e liberte-se do medo. Não podemos compartilhar as informações com todos porque a maior parte da humanidade não está disposta a ouvi-las.

Mas podemos partilhar nosso amor e generosidade.

Um sorriso faz maravilhas, especialmente se for dado por uma pessoa que estiver integrando com êxito as novas frequências da Era Branca.

Às vezes o silêncio tem muito potencial curativo e não é preciso dizer uma palavra sequer, as vibrações estão no coração. Então, sejamos generosos com nossos sorrisos, e compreensivos com o nosso silêncio. Bebam muita água pura e se preparem para um passeio maravilhoso até o próximo nível de consciência!

A morte não existe, a vida do espirito nunca se acaba! O amor é invencível e resiste a tudo, pois ele é a expressão maior do TODO.

Agora, deixemos de conversa e vamos cantar!!!

Hare Krishna.